Descrição

“DIANA” retrata o estágio final de um relacionamento, onde a conexão física já não consegue compensar o distanciamento emocional. O tema central é a volatilidade dos sentimentos, exemplificada pela expressão “de zero a cem”, ilustrando como o casal transita rapidamente entre a intimidade e a hostilidade. A letra aborda a “mudança de humor” como um fator de instabilidade que retira a paz do eu lírico, transformando o amor em ódio residual. Alee e Klisman exploram a ideia de que a rotina e os erros acumulados tornaram a convivência insustentável, apesar da tentativa de não se enxergarem como rivais. A proposta da faixa é uma reflexão sobre a honestidade brutal do estilo de vida “trap”, onde o sumiço e a frieza são mecanismos de defesa contra o sofrimento, culminando na aceitação de que nem todos os erros podem ser consertados.
Mudança de humor
nosso sexo tá sem vibe, andam sem vibe
‘Tamo sem, nós vai de
zero à cem só num
piscar de olhos (ooh)
Se o assunto é nós dois,
lembrança de nós dois,
só restou o ódio
Nem tudo é sobre sexo,
a gente só se encaixa nisso
Deixa eu e meu delírio, baby
E se eu sumir?
Não me procure, seu nome na tracklist
E eu não fingi te amar,
só fui mais trap nisso
E eu deitei na me’ma
cama que uma inimiga,
tu foi mais trap nisso (tu foi mais trap)

Mudança de humor, nosso sexo
tá sem vibe, ‘tamo sem vibe
Suas mudanças de humor tá
me deixando sem paz (sem paz)
‘tamo sem vibe (ooh)
Oi (My slime), oi (My slime)
oi (Yeah-yeah)
My slime, my slime

E a rotina nos fez
mal (My slime)
Mesmo que nós dobre o tempo
conserte os erros
Nós dois juntos se faz mal
Me fale o que tu sente
se o assunto for a gente
Baby, eu não sou seu rival
Yeah, suas mudanças de humor
Baby, não somos rivais
Suas mudanças de humor
(E a rotina nos fez mal)

(Papazito, estoy bien, ¿y tu
como estas amor?)
My slime, my slime
E a rotina nos fez mal
My slime, my slime

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