MEU CEMITÉRIO

Descrição

A faixa mergulha na mente de alguém hipnotizado por uma figura feminina misteriosa e intensa. Ela é retratada como uma força quase mística, que transita entre o sagrado e o profano, capaz de levar o narrador a um estado de êxtase e também a um abismo. Há uma sensação de tempo e dinheiro perdidos, sem um resultado claro, enquanto ele se vê cada vez mais envolvido em sua “zona” particular. A letra evoca imagens de rituais e sombras, sugerindo um relacionamento complexo e talvez perigoso, onde paixão, revolta e lembranças de um passado obscuro se entrelaçam. A repetição do “Ah-ah” funciona como um eco da intensidade dessas experiências, deixando o ouvinte imerso nesse universo de desejo e mistério.

Ah, ah
Quanto–Quanto tempo gasto? Eu não sei (Ah)
Qual–Qual é o resultado? Eu não sei (Ah, ah)
Quanto dinheiro fácil? Eu não sei (Ah)
Só mais um da minha zona
Zona (Sex, sex, sex)
Ah-ah, ah-ah
Ela caminhando atrás da cortina, é a vista que eu quero rever
Hoje eu faço ela dizer, “Ah-ah, ah-ah” (Ahn)
A minha memória me assombra, na mente lembranças de êxtase
Hoje eu faço ela dizer, “Ah-ah, ah-ah”
Eu ‘tava quieto no meu cemitério, ela veio se esconder
Hoje eu faço ela dizer, “Ah-ah, ah-ah”
No ritual, ela some, na névoa, ela é eterna, ela transcende
Hoje ela me faz dizer, “Ah-ah, ah-ah”
Dona, dona, onde ‘cê vai pela sombra? (Ah)
Talvez a luz se esconda, talvez a luz se esconda
Talvez ela nunca responda, lobos que ficam na ronda (Huh)
Talvez ela nunca responda, talvez ela nunca responda (Ah)
Eu sei que o ódio que ela carrega dentro do coração, ele nunca solta
Talvez ele gere revolta, talvez ele gere— gere revolta (Ah)
Coisas que ficaram lá no passado, hoje ela que quer reviravolta (Ah-ah)
Perdoar o verme, nem morta, perdoar o verme— perdoar o verme, nem morta (Perdoar o—)
Ela é uma cruz ao contrário, ela é a carta coringa do baralho
Esquenta na cama, é uma diaba de saia, diabólica e fode pa’ caralho (Wow)
Eternamente, eu ‘tô no seu serviço (Yeah), já derramei sangue no crucifixo (Ahn)
Olhei pra frente, eu só vi um abismo, só vi um abismo (Ah-ah, ah-ah)
Ela caminhando atrás da cortina, é a vista que eu quero rever
Hoje eu faço ela dizer, “Ah-ah, ah-ah” (Ahn)
A minha memória me assombra, na mente lembranças de êxtase
Hoje eu faço ela dizer, “Ah-ah, ah-ah”
Eu—Eu—Eu ‘tava quieto no meu cemitério, ela veio se esconder
Hoje eu faço ela dizer, “Ah-ah, ah-ah”
No ritual, ela some, na névoa, ela é eterna, ela transcende
Hoje ela me faz dizer, “Ah-ah, ah-ah”
Quanto–Quanto tempo gasto? Eu não sei (Ah)
Qual é o resultado? Eu não sei (Ah, ah)
Quanto dinheiro fácil? Eu não sei (Não sei, hmm)
Só mais um da minha zona
Zona
(Ela só deixa essa zona, ah)
(Ela só deixa essa zona, ah)
(Ela só deixa essa zona, ah)
(Ela só deixa essa zona, ah)
Agora eu fico como? (Ela só deixa essa zona, ah)
Agora eu fico como?
Ela só deixa essa zona
Ela só deixa essa zona
Ela só deixa essa zona (Type shit)
Ela—Ela só deixa essa zona
Ela—Ela—Ela só deixa essa zona (Wow)
Ela só deixa essa zona (Agora eu fico como?)
Ela só deixa essa zona
Ela só deixa essa, ah-ah, ah-ah
Ela caminhando atrás da cortina, é a vista que eu quero rever (Swag)
Hoje eu faço ela dizer, “Ah-ah, ah-ah” (Swag)

A letra traz termos como “zona”, que no contexto da música se refere ao universo ou influência que a figura feminina exerce e deixa para trás, uma espécie de rastro de sua passagem. “Cemitério” é uma metáfora para um estado de quietude ou melancolia do narrador antes de seu encontro. “Lobos que ficam na ronda” sugere ameaças ou pessoas observando de perto, talvez rivais ou perigos iminentes. “Verme” é um insulto pejorativo, indicando alguém desprezível que a mulher se recusa a perdoar. “Cruz ao contrário” e “carta coringa do baralho” a descrevem como uma figura subversiva, imprevisível e poderosa, que desafia convenções e tem um impacto decisivo.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música