Descrição

A faixa mergulha fundo num turbilhão de emoções e autodestruição. O eu lírico expõe a dor da ausência paterna como catalisador para suas escolhas, que incluem o consumo desenfreado de drogas, como a mistura de remédios na Sprite, e o uso de maconha para “chapar”. Há uma clara sensação de traição, com amigos se revelando falsos e relacionamentos se desfazendo. Em meio ao caos, a letra oscila entre a busca por um propósito (“vou fazer valer”) e a aceitação da própria destruição (“já vou morrer”). Acompanhado por figuras marginalizadas e cercado por intrigas, o protagonista parece se afundar numa espiral de niilismo, expressando um “tanto faz” perante as adversidades e fofocas. É um grito de angústia e rebeldia, pintando um quadro sombrio de um jovem lidando com seus demônios internos e externos.

(Uou, uou, yeah, yeah, uou)

Meu mano na vibe
Acho que eles sabem que faço toda essa merda porque não tenho pai, yeah
Tacando remédio na merda da Sprite, (yeah)
Cuidado meu mano, cuidado meu mano que um gole cê cai, yeah

 

Eu tô com a minha gang
Só me foderam e fizeram um gang-bang
Fogo na minha blunt
Eu taco maconha mesmo pra chapar num instante
Fodendo meu rim, fodendo pulmão

 

Já tô fodido, perdi minha noção
Mano no copo joguei comprimido e eu pensava que eles eram amigo
Foda-se a mina, tá dando perdido
No meu coração mano eu tomei um tiro

 

Tô fazendo essa merda toda. (vou fazer valer)
Ficando maluco, misturando merdas todas
(Já, já vou morrer)

 

Eu tô com uma puta, com um braço cortado
Ela emo, gosto disso de fato
Cuidado meu mano com quem tá no lado
Confiei em amigo, e fui rateado

 

Sempre tem um puto safado, que adora falar de mim
Tanto faz não ligo pra merda nenhuma, tô nem aí

 

Tacando remédio na merda da Sprite, (yeah)
Cuidado meu mano, cuidado meu mano que um gole cê cai, yeah
Eu tô com a minha gang
Só me foderam e fizeram um gang-bang

 

Fogo na minha blunt
Eu Taco maconha mesmo pra chapar num instante
Fodendo meu rim, fodendo pulmão
Já tô fodido, perdi a noção
Mano no copo joguei comprimido e eu pensava que eles eram amigo

 

Foda-se a mina, tá dando perdido
No meu coração mano eu tomei um tiro
Tô fazendo essa merda toda. (vou fazer valer)
Ficando maluco, misturando merdas todas
(Já, já vou morrer)

 

Eu tô com uma puta, com um braço cortado
Ela emo, gosto disso de fato
Cuidado meu mano com quem tá no lado
Confiei em amigo, e fui rateado
Sempre tem um puto safado, que adora falar de mim
Tanto faz não ligo pra merda nenhuma, tô nem aí

 

Meu mano na vibe

A música está recheada de termos do universo do trap e da cultura de rua: “Tacando remédio na merda da Sprite” é uma referência direta ao “lean” ou “purple drank”, uma bebida recreativa que mistura xarope para tosse com refrigerante; “gang-bang” descreve um ato sexual com múltiplos parceiros; “blunt” é um charuto esvaziado e recheado com maconha; “chapar” significa ficar chapado, sob efeito de drogas; “dando perdido” refere-se a alguém que se tornou inacessível ou sumiu; ser “rateado” implica ser traído ou ter seus segredos expostos por um confidente; “puto safado” é um termo pejorativo para alguém trapaceiro ou desleal; e “emo” faz alusão à subcultura conhecida por sua música e estilo.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música