Descrição

A faixa pinta um retrato vívido da vida nas ruas, misturando ostentação com a dura realidade. O narrador se mostra sagaz e vigilante, sempre atento para não cair em armadilhas, enquanto desfruta dos frutos de seu esforço – pilhas de dinheiro na mala. Há uma busca constante por alívio e renovação através de substâncias, que servem como escape para os problemas e a pressão de um mundo “crazy”. Ele exalta sua própria ascensão, um jovem negro que superou barreiras e “faz a wave”, mesmo sem os luxos convencionais. Entre a euforia e a introspecção, a faixa flutua entre a celebração das conquistas e a lembrança de um passado amargo, onde a vida era “um fel”. É um mergulho na dualidade de quem busca o topo e a paz em meio ao caos.

Bolo de cem na minha mala, não vou cair na cilada
Tô esperto, eu não caio na lábia, substância, eu complemento a água
Tô bolando mais uma bomba enquanto eu me renovo vendo as estrela’
Ela gosta de ir no céu
Dolce & Gabbana não é suficiente, porque essa diaba é cruel (Ah-ah)
Aroma doce, igual mel, preso nesse carrossel
É que a vida ‘tava um fel, ninguém se importa com o réu
Ninguém, ninguém, ninguém (Ninguém)
Ninguém, ninguém
Bolo mais uma vez
Mano, eu que tô fazendo a wave
Jovem negro, eu já ultrapassei eles
E eu nem lancei uma Mercedes (Não, não, não)
Nesse mundo, a vida é crazy
Essas nota’ virou minha lady
Tô fumando um quilo de base (Oh-oh)
Marijuana (Marijuana) na minha seda (Na minha seda)
Esquece os problema’, tudo fica devagar
Marijuana, (Marijuana) jogo na seda (Jogo na seda)
Esquece os problema’, tudo fica devagar

Bola mais um pra nós (Bola outro beck)
Bola mais um pra nós (Bola outro beck)
Bola mais um pra nós (Bola outro beck)
Bola mais um pra nós (Bola outro beck)
Bola mais um pra nós (Bola outro beck)
Bola mais um pra nós (Bola outro beck)
Bola mais um pra nós (Bola outro beck)
Bolo de cem na minha mala (De cem), não vou cair na cilada (Não, não)
Tô esperto, eu não caio na lábia, substância, eu complemento a água
Tô bolando mais uma bomba enquanto eu me renovo vendo as estrela’
Ela gosta de ir no céu (My baby)
Dolce & Gabbana não é suficiente, porque essa diaba é cruel (Ah-ah)
Aroma doce, igual mel (Oh-oh), preso nesse carrossel
É que a vida ‘tava um fel, ninguém se importa com o réu
Ninguém, ninguém, ninguém (Ninguém)
Ninguém, ninguém
Várias ondas
Tô chapando em outras ondas
Bola um beck na onda
Minha visão, me mostrando qual é a onda

A música utiliza diversas gírias e expressões para construir sua narrativa. “Bolo de cem” se refere a um maço de notas de cem reais, indicando grande quantidade de dinheiro. “Bolando mais uma bomba” significa preparar ou fumar um baseado grande e potente. A expressão “eu que tô fazendo a wave” ilustra que o narrador é quem está ditando tendências ou fazendo as coisas acontecerem. A metáfora “essas notas virou minha lady” personifica o dinheiro como seu principal interesse ou amor. “Fumando um quilo de base” é uma hipérbole para o consumo intenso de alguma substância, enquanto “seda” é o papel de enrolar para cigarros ou baseados. “Chapando em outras ondas” descreve o ato de ficar chapado ou sob o efeito de alguma droga, explorando diferentes estados de euforia, e “qual é a onda” é uma forma de perguntar qual é o clima ou a situação atual.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música