Descrição

A faixa nos mergulha em um universo de autoconfiança e desafio. Com uma atitude sem rodeios, o narrador celebra sua ascensão, deixando claro que não está para brincadeira. Ele se posiciona contra falsos moralistas e aqueles que duvidaram de seu potencial, afirmando ter dado a volta por cima, como um jogador que muda de time e brilha. Há uma forte conexão com a espiritualidade de rua, buscando proteção e orientação em seus caminhos, enquanto ostenta conquistas com estilo. A letra também serve como um recado para os “ratos” e “frustrados” que só falam e não agem, reforçando que o sucesso já é uma realidade, conquistada com trabalho e fé no que está por vir. É um hino para quem faz acontecer, ignorando a crítica alheia.

Queijo na minha bolsa
Ando mascarado ouvindo “Camisinha de Força”
Mandei pro caralho usando uma metralhadora
Ratos querem queijo, eu só quero o que é meu e boa
Filho da puta, deve achar que eu ‘tô de brincadeira
Minha base não me valorizou, eu virei, sou Cucurella
Ele fala de Jesus Cristo e filho da puta nem se ajoelha
Eu não caio em encruzilhada, tem povo da rua na esquerda e eu direita
Bitch, laroyê, visto japanese garments
Ele faz o próprio mal quando deseja o meu
Não vou apressar, eu sei o que Deus me prometeu
Ele parou pra dar risada, ha, o Yuri já venceu
Fodo eles, meto marcha
É que eu faço, eles fala’, continuam lá embaixo (What? What?)
A minha bitch é safada
Quer vir mamar o Yuri pra ganhar Balenciaga
Ninguém liga pra roupas, lil’ ‘Ikigai saindo do estado de chinelo e bolsa
Pra otário é poucas, pra frustrado é poucas
Ninguém quer ouvir seu verso, só gatekeepa essa porra e boa

(Foda-se eles, foda-se eles)
Queijo na minha bolsa
Ando mascarado ouvindo “Camisinha de Força”
Mandei pro caralho usando uma metralhadora
Ratos querem queijo, eu só quero o que é meu e boa

A faixa apresenta termos como “queijo na minha bolsa”, que significa ter dinheiro e riqueza. A referência a “Cucurella” simboliza uma virada de jogo, o sucesso após não ser valorizado. Há uma forte carga cultural nas expressões “encruzilhada”, “Povo da Rua” e “Laroyê”, que remetem às religiões de matriz africana: a encruzilhada como local de poder, “Povo da Rua” entidades protetoras, e “Laroyê” uma saudação a Exu. “Meto marcha” é sinônimo de seguir em frente com determinação. “Ikigai” é o conceito japonês de razão de ser. “Saindo do estado de chinelo e bolsa” descreve a superação de origens humildes. O uso de “poucas” em “pra otário é poucas” sugere falta de oportunidade ou espaço para aqueles considerados tolos. E “gatekeepa” é o ato de controlar seletivamente o acesso a algo.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música