Honda (part. Igu)

Descrição

A faixa mergulha fundo na ostentação e na vida noturna, pintando um retrato vibrante de um estilo de vida hedonista e sem limites. O eu lírico exibe sua riqueza com referências a marcas de luxo e viagens internacionais, enquanto se entrega a festas regadas a substâncias e bebidas caras. Há uma clara glorificação do dinheiro e do status, com menções a carros importados e joias. O tema das mulheres é constante, retratadas como atraídas pelo poder financeiro e parte do cenário de prazer. A letra também cutuca inimigos com desdém, reforçando a autoconfiança e a superioridade. É um hino à liberdade, ao sucesso e à euforia que a vida no topo proporciona, com um toque de rebeldia.

Mete o pé na ronda
É que eu tô de Honda
Ela quer minha conta
Ela vem só pa’ dar
Parça, tô com Bombay
Nunca fico mal, bae
Mês que vem pa’ LA
Tem de cem pra minha bae

 

Mete o pé na ronda
É que eu tô de Honda
Ela quer minha conta
Ela vem só pra dar
Parça, tô com Bombay
Nunca fico mal, bae
Mês que vem pra LA
Tem de cem pra minha bae

 

20K no meu jeans
Mas num é do seu jeans
Cinco pet da pink
Ela sabe que é lean
Ela quer dar pa’ mim
Ela conta meu din’
Bunda grande igual Kim
Jogo molly no gin

 

Tô no bloco (Yeah)
Tô no po’ (posse)
Com minha mob
Camuflado Bape (Bape)
Ela é minha bae (Bae)
Molly no lamen (‘en)
Mano eu tô bem

 

Bitch fala muito, mano, eu nem dou bola (‘la)
Mano ficou bravo, até parece o Dabura
Acho que essa brisa não é só dessa bala
Eu só quero grana eu só penso em faturar

 

Tenho tinta na cara (cara)
Seu som é sucata (‘cata)
Pera my bitch, para (‘ara)
Pera my bitch, mama (ui!)
Olha meu brinco, baba
Olha o inimigo, blá-blá
Olha meu tiro, pá-pá (pow!)
Olha seu hit, caca (merda!)

 

Stella Artois, ufa, tá gelada
Duas da manhã, bota pa’ mama
Copo de isopor, pra mim e pra dama
Petit gateau, baunilha e chocola’ (chocola’)
Quer me atacar?
Tem que rir pra não chorar
Pó parar de blá-blá-blá (blá-blá)
First class (class), escala, Panamá (Panamá)

 

M.I.A. levo ela pro Canadá
Não é minha bae, só tá pra acompanhar
Não tem replay, passo pros camarada
Eu tomei lean (lean!), e a minha cara tá
Anestesia, não para de formigar
Huh, pera lá, (drop-drop) uma bala
MDMA, alquimia
De Honda, fumando só salada
Eu e o ma ninja la de Itapetininga
(Sayonara!)

 

Tenho tinta na cara (cara)
Seu som é sucata (‘cata)
Pera my bitch, para (para)
Pera my bitch, mama
Olha meu brinco, baba
Olha o inimigo, blá-blá
Olha meu tiro, pá-pá
Olha seu hit, caca

 

Mete o pé na ronda
É que eu tô de Honda
Ela quer minha conta
Ela vem só pa’ dar
Parça, tô com Bombay
Nunca fico mal, bae
Mês que vem pa’ LA
Tem de cem pra minha bae

 

Mete o pé na ronda
É que eu tô de Honda
Ela quer minha conta
Ela vem só pra dar
Parça, tô com Bombay
Nunca fico mal, bae
Mês que vem pra LA
Tem de cem pra minha bae

A faixa é recheada de gírias e referências culturais do universo trap: “Mete o pé na ronda” sugere uma saída rápida e estilosa; “Bombay” é o gin Bombay Sapphire, associado a consumo de luxo; “Pet da pink” e “bala” referem-se a pílulas de drogas sintéticas, enquanto “Lean” (xarope com refrigerante) e “Molly” (MDMA) são substâncias recorrentes no cenário; “Kim” alude a Kim Kardashian, ícone de riqueza e curvas; “Bloco”, “po'” (posse) e “mob” são termos para a crew ou grupo do artista; “Camuflado Bape” cita a grife A Bathing Ape, símbolo de status; “Dabura” é um personagem de Dragon Ball Z, usado para descrever raiva; “Brisa” indica o efeito psicoativo de uma droga; “Tinta na cara” são tatuagens faciais; “Sucata” e “caca” depreciam o trabalho de outros artistas; “Copo de isopor” é o recipiente para consumo discreto de misturas, geralmente com drogas; “Não tem replay, passo pros camarada” objetifica mulheres, indicando seu descarte após encontros; “Salada” é gíria para maconha de qualidade; “Ma ninja la de Itapetininga” personaliza uma parceria regional; e “Sayonara” é o adeus japonês, usado como arremate de estilo.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música