Descrição

A faixa “Hiperfoco” mergulha de cabeça no universo do sucesso, mostrando uma jornada de foco intenso em conquistar grana e viver a vida que sempre sonhou. A letra pinta um quadro de alguém que ascendeu e agora ostenta, com uma mentalidade de que o dinheiro vem pra quem sabe esperar e, quando vem, é pra gastar sem dó, mas sempre pensando na equipe. É um rolê que mistura luxo – joias, moda, festas com “patys” e bebidas caras – com a visão estratégica de um visionário. Mesmo no auge, o protagonista se mantém alerta aos inimigos e valoriza a lealdade, limpando as lágrimas com dinheiro e cuidando do seu bonde. A batida envolve o ouvinte nessa atmosfera de ambição e recompensa, onde o “hiperfoco” é a chave para tudo.

Hiperfoco
Veigh

(E aê, molequê? Cê tá ligado que, no mundão)
(Uma palavra é prata e o silêncio é ouro)
(E eu mando da minha vida, e é mais ou menos assim)

Yeah, hiperfoco do gueto é dinheiro (got it, got it) (é o Toledo, né?)
Toda vez que me olho no espelho, vejo
Quando for minha vez, com toda essa grana, o que eu vou comprar?
Espere a hora certa, o dinheiro vem na sua mão (Dos Prédio, on)

Já que o dinheiro não tem dono, eu vou gastar porque hoje tá na minha vez (on)
Parece fórmula mágica o jeito que o bonde conta no mês (ah)
Garrafa sem dosador na boca da paty deixa ela tipo (what’s?)
Ela chegou tão séria no baile, teve que beber pra se soltar mais (ai, ai, ai)

Hoje me aciona, por onde nóis anda, não precisa preocupar comigo
Quando você tem mais de uma dama, o Dia dos Namorados é mais difícil
Compro outra joia, alimento meu vício
Diamantes pra mim e pro meu bonde
Não posso, não posso só pensar em mim
Tenho que pensar na porra da equipe (gang)

(Dos Prédio, baby, on) sou um moleque bonito com hiperfoco em moda
Tenho que executar a missão (huh)
Gravando a safada dançando em Night Vision (ai, ai, ai)
Tampo o meu rosto, tiro o telefone, eu não quero mais aparecer no seu daily
Boca inchada e os peito enorme
Gosta de trap, tem o perfil da Kelly (hoh, hoh)

Já que o dinheiro não tem dono, eu vou gastar porque hoje tá na minha vez (on)
Parece fórmula mágica o jeito que o bonde conta no mês (hum)
Garrafa sem dosador na boca da paty deixa ela tipo (what’s?)
Ela chegou tão séria no baile, teve que beber pra se soltar mais

Vai, o que essa mina não faz?
Quando eu cheguei era tarde demais
Dei um shot de Ballena, a boca ficou rosa, mas não era a Bianca Andrade
Mas se fosse, mano, era sem massagem
Cara de malvada, gostosa, selvagem
Tenho que pensar no próximo passo, o inimigo só quer uma oportunidade
Passa o tempo e eu continuo no auge
Se eu tô triste, eu limpo as lágrimas com a grana
Um mano real nunca dá espaço pra fraude
Amor, eu tô em casa só dia de semana
Memo eu sendo ruim com telefone, consigo identificar as chamada
E mesmo que eu esteja cobrindo meu rosto, ela consegue identificar na passada

(Dos Prédio, baby, on) sou um moleque bonito com hiperfoco em moda
Tenho que executar a missão (huh)
Gravando a safada dançando em Night Vision (ai, ai, ai)
Tampo o meu rosto, tiro o telefone, eu não quero mais aparecer no seu daily
Boca inchada e os peito enorme
Gosta de trap, tem o perfil da Kelly

A música é recheada de termos que pintam um retrato cultural vibrante. “Bonde” é usado para o grupo de amigos ou a equipe que acompanha o protagonista. “Paty” se refere às patricinhas, garotas geralmente de classe alta, que marcam presença nos “bailes”, as festas urbanas. Quando pedem pra “me acionar”, é um convite para entrar em contato. A expressão “sem massagem” indica uma atitude direta, sem rodeios ou piedade. Já “daily” faz alusão aos posts diários nas redes sociais. A menção ao “perfil da Kelly” é uma referência cultural à cantora Kelly Key, descrevendo um tipo físico específico. Por fim, “corre” designa a jornada de trabalho, os desafios diários para alcançar o sucesso e o dinheiro.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música