Descrição

A faixa mergulha de cabeça no universo noturno das festas e da sedução. Desde os bailes mais quentes, a narrativa descreve um cenário de curtição intensa, onde as mulheres são frequentemente retratadas como dispostas a se envolverem por status, dinheiro e prazer. A canção exalta um estilo de vida onde o protagonista se posiciona como um “jogador” cobiçado, que transita entre relacionamentos casuais e a ostentação. Há uma celebração explícita da sexualidade sem tabus, com menções repetitivas a encontros íntimos e a uma aparente “chuva” de interessadas. A confiança e a dominação marcam o tom, reforçando uma imagem de poder e atração inegável no ambiente da rua e das festas. A letra pinta um quadro vívido do desejo e da busca por adrenalina, onde as interações são movidas por um mix de atração física e interesses materiais.

Depois do baile sempre a mesma história
Bebe a dose, vira mó cadela
Essa bunda não sai da minha memória
Sequência de tapa na rabeta dela
Desculpa ter comido suas amigas
Ex é passado, eu te marcho e já era
Tô vivendo na mó paz e sozinho
Passando as gostosa, só gol de trivela
Brota no baile, puta, piranha vai arrumar pra cabeça
Fuma do ice (vixe, an an)
Vai querer dar a buceta

Brota no baile, puta, piranha vai arrumar pra cabeça
Fuma do ice (vixe, an an)
Vai querer dar a buceta (an)

Vai querer dar a buceta (vixe, an)
Vai querer dar a buceta (an)
Dá a buceta, dá a buceta (an)
Vai querer dar a buceta (vixe, an)
Vai querer dar a buceta (an)
Dá a buceta, dá a buceta

Em cima da nave breck tatuado
Traje mandrake, listra do lado
Pensa se é corre ou jogador caro
É o Kyan menor patrocinado

Chama buceta, chama enquadro
Preto bandido que toma de assalto
Onde elas vê, elas molha a calcinha
Onde nós tá, o bonde é comentário
Preto, dinheiro e piranha combina

Então chama as colegas pra sentar na pica
Fala pra elas que nós tá chamando
Joga na banca que os D administra
Que te come, patrocina, te dá bala, te alucina, te bota, te bota
Dentro de noite até raiar o dia

Te bota, te bota, bota
Te bota, te bota, bota
Te bota, te bota, bota, bota, bota, bota
Bota bota bota bota bota bota bota bota
Te bota dentro de noite até raiar o dia

A previsão que afirma que o tempo tá feio
Que hoje vai chover piranha
Filha da puta me mama
Me deixa na ponta do pé e com a perna bamba

Ela bebe, ela fuma, ela goza
Só quer os bigodes viver na loucura
Na ruinha, chove puta, eu faço pau de guarda-chuva
No coqueiro, chove puta, eu faço pau de guarda-chuva
Zona Leste, chove puta, eu faço pau de guarda-chuva
São Miguel, chove puta, eu faço pau de guarda-chuva

Faço o pau de guarda-chuva
Faço o pau de guarda-chuva
No coqueiro, chove puta, eu faço pau de guarda-chuva
Zona Leste, chove puta, eu faço pau de guarda-chuva
São Miguel, chove puta, eu faço pau de guarda-chuva
Faço o pau de guarda-chuva
Faço o pau de guarda-chuva
Tá chovendo tcheca
Tá chovendo mone
Tá chovendo tcheca, tá chovendo money
Tá chovendo tcheca que só goza por dinheiro

Elas quer o pau do maloqueiro
Briga com a sua amiga pra sentar primeiro
Então senta logo, depois pode vazar
Final da fila é o seu lugar
Tanta buceta que eu nem sei contar
E o Pix na conta faz ela babar
Então baba logo na pica e segura
Quando solta, vem sua amiga maluca
Previsão de tempestade
Eu vou pra rua e tô sem guarda-chuva
Tá chovendo, tá chovendo, tá chovendo puta
Tá chovendo, tá chovendo, tá chovendo puta

Previsão de tempestade
Eu vou pra rua e tô sem guarda-chuva
Tá chovendo, tá chovendo, tá chovendo puta
Tá chovendo, tá chovendo, tá chovendo puta
No coqueiro, chove puta
Tá chovendo, tá chovendo, tá chovendo puta
Eu faço pau de guarda-chuva
Tá chovendo, tá chovendo, tá chovendo puta
No coqueiro, chove puta
Tá chovendo, tá chovendo, tá chovendo puta
Eu faço pau de guarda-chuva
Tá chovendo, tá chovendo, tá chovendo puta

Eita, como é que pode (vixe)
Cheio de mina na bota querendo colar aqui com o bigode
São Paulo, terra da garoa, que chove buceta
Se tem camarote, das que senta, fode forte
Se molha, se toma Siroque
Tá bom
A troca de interesse se ela vê o peixe que a foda é forte

Eita, louca pra montar na moto
Mas monta na pica primeiro
Louca pra ficar montada
A boca grandona e o seio
Tudo em troca de dinheiro
Vão sentar pros maloqueiros
Assim que eu acho maneiro
Elas trepa o dia inteiro
Trepa o dia inteiro
Elas trepa o dia inteiro
Assim que eu acho maneiro
Elas trepa o dia inteiro
Trepa o dia inteiro
Trepa o dia inteiro
Assim que eu acho maneiro
Assim que eu acho maneiro
Assim que eu acho maneiro
Assim que eu acho maneiro
Trepa o dia inteiro
Assim que eu acho maneiro
Assim que eu acho maneiro
Assim que eu acho maneiro
Trepa o dia inteiro

A letra está repleta de gírias e termos culturais que pintam um quadro vívido do universo do trap e da periferia paulistana. Expressões como “cadela” e “rabeta” são termos pejorativos ou informais para se referir a mulheres e ao seu traseiro, respectivamente. “Marcho” indica seguir em frente após um relacionamento, enquanto “gol de trivela” é usado metaforicamente para descrever um sucesso astuto na conquista. “Brota no baile” é um convite para aparecer na festa, onde “arrumar pra cabeça” significa arrumar problemas. “Fumar do ice” pode remeter ao uso de drogas. A ostentação é vista em “nave breck tatuado” (carro customizado) e “traje mandrake” (estilo de roupa de rua de marca). O status é reforçado por “jogador caro”, “menor patrocinado” e o “bonde é comentário” (o grupo é famoso), com “os D administra” referindo-se a um grupo no comando. “Enquadro” se refere a uma abordagem policial, e “preto bandido que toma de assalto” é uma afirmação de poder. “Bala” pode significar dinheiro ou droga, e “bigodes” é uma forma informal de se referir aos homens. “Ruinha” evoca o cenário das ruas da periferia, enquanto “tcheca” é uma gíria para vagina. “Maloqueiro” designa alguém da periferia, frequentemente com orgulho. A modernidade financeira aparece com “Pix na conta” e o luxo com “Siroque” (Cîroc), e “peixe” pode aludir ao homem desejado por seu status ou ao órgão sexual masculino.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música