LUÍSA SONZA

Descrição

A faixa mergulha de cabeça em um universo de hedonismo e excessos, onde festas luxuosas e encontros casuais ditam o ritmo. A narrativa é construída sob uma perspectiva masculina, que descreve o poder e a liberdade de um estilo de vida sem amarras, marcado por carros caros, mulheres e a presença constante de drogas. Há uma clara objetificação feminina, com descrições de mulheres que se encaixam em arquétipos específicos – da “blogueirinha” à “obediente” – cada uma com seu “preço” ou “recompensa”. O cenário é de descontrole, onde o consumo de substâncias como whisky, lança e bala é normalizado, e a única regra é se soltar e viver o momento, sem se importar com as consequências ou a conexão emocional.

 

Se solta, baby
Posiciona, baby
Ha-ha, empina
Se solta, baby
Se solta, baby
Empina

Cada mano em cada carro leva quatro mina
Se ela for vacilona, eu deixo na esquina
Se ela for blogueirinha, o telefone fica
Se ela for obediente, ela vai ganhar pica (empina)
Tenho uma peça carregada pra minha segurança
Igualzinha a que eu vi quando eu era criança
Os pivete tá famoso, mais do que a Madonna
Essa mina é espaçosa, bundona (uh-uh-uh)
Vadia gostosa, grandona
Ela bebe, fica louca, já fica mandona
Ela tá jogando a bunda igual a Luísa Sonza
Ela tá querendo pegar na minha anaconda
Ela tá querendo whisky, ela quer o lança
Ela tá querendo bala, ela não cansa
Ela tá jogando a bunda igual a Luísa Sonza
Ela tá jogando a (ahn)

O que ela faz sem roupa não é da tua conta
O que ela tem comigo que me afronta
Eu nem precisei pagar porque eu sou famoso
Meu contato no iPhone dela (gostoso)
Ela tá jogando a bunda igual a Luísa Sonza
Ela empinando a bunda em cima de uma Honda
Ela vem de mototáxi querendo crime
Fuma um e sai de casa, na onda (uh)

Eu vou te ensinar sim a ser do after
K-Pop, MD, vodka, Ice, whisky, cogumelo, muito haxi
Tantos sabores, isso que é arte (ahn)
Putaria dentro do Iate
Fogo, água, flash, like
Champanhe, selfie, Louis V, Nike
Tesão, funk, trap house (uh)
Ahn, crazy, minha sala virou rave
Ninguém se importa com a conta
Ninguém se importa com ninguém (se solta, baby)
Ninguém pertence a ninguém (posiciona, baby)
Eu também não tô com ninguém (ha-ha)
Nós dois na onda, que mal tem?

Cada mano em cada carro leva quatro mina
Se ela for vacilona, eu deixo na esquina
Se ela for blogueirinha, o telefone fica
Se ela for obediente, ela vai ganhar pica (empina)
Tenho uma peça carregada pra minha segurança
Igualzinha a que eu vi quando eu era criança
Os pivete tá famoso, mais do que a Madonna
Essa mina é espaçosa, bundona (uh-uh-uh)
Vadia gostosa, grandona
Ela bebe, fica louca, já fica mandona
Ela tá jogando a bunda igual a Luísa Sonza
Ela tá querendo pegar na minha anaconda
Ela tá querendo whisky, ela quer o lança
Ela tá querendo bala, ela não cansa
Ela tá jogando a bunda igual a Luísa Sonza
Ela tá jogando a (ahn)

Se solta, baby
Posiciona, baby
Ha-ha, empina
Se solta, baby
Se solta, baby

A letra é recheada de termos do universo urbano e das festas: ‘vacilona’ descreve uma mulher que joga, não é de confiança ou é inconstante; ‘pivete’ se refere a um jovem, muitas vezes com um histórico de rua ou que é esperto; ‘lança’ é a abreviação de lança-perfume, um inalante recreativo; ‘bala’ é gíria para ecstasy; ‘after’ indica uma festa que acontece depois do evento principal, estendendo-se pela madrugada; ‘MD’ é o termo para MDMA; ‘haxi’ é o apelido de haxixe; ‘trap house’ designa um local central para festas ou atividades relacionadas à cultura trap; e ‘na onda’ significa estar sob o efeito de drogas ou álcool, ou simplesmente imerso em uma vibe.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música