Descrição

A faixa mergulha fundo na ostentação e nas transformações que a fama traz para a vida de quem antes “não tinha nada”. A letra explora a virada de jogo, onde pessoas, e especialmente mulheres, que antes ignoravam o protagonista, agora o procuram incessantemente. O eu lírico expressa desdém por essa superficialidade, mas ao mesmo tempo se entrega ao estilo de vida luxuoso e hedonista. Há um foco explícito em festas, noites em lounges com “bandidas”, o uso de substâncias e encontros sexuais sem compromisso. A narrativa transita entre a celebração da nova realidade e uma certa ironia sobre o interesse repentino das pessoas, pontuando que a atração pela notoriedade pode ser “karma” e “matar”. A música é um retrato cru da sedução do sucesso e suas consequências.

Antes da fama que eu não tinha nada
Agora que eu tenho ‘cês quer me chupar
‘Cês não me engana, ‘cês passa por fake
Não vem do meu lado que aqui não vai dar
Sua chamada está sendo encaminhada para a caixa postal e estará sujeito à cobrança após o sinal

E quanto mais eu fico famoso
Aparece umas mina querendo me dar
Parece karma, é tipo arma
E pode pá que isso pode matar
Hoje tem churras na quebra
‘Cê pode dar um salve, que com certeza, eu tô lá
Eu tô no lounge com várias bandida
Chamei umas amiga pra poder colar
Derrubei um copo no meu jeans (Jeans)
Ela quer saber o que eu porto no meu jeans (Wow, wow, wow, wow)
Se eu te falo, mina, você sai daqui
Suas amiga tá chamando e você tem que decidir
O nome tá na lista, ela quer um VIP
Fumando baseado muito caro, ó o cheiro
Já que tá na bala vou pesar 1g
Taco, taco pau na presença VIP (Yeah, hoe)

 

Então bora pro lounge, yeah (Bora pro lounge)
Hoje é Royal, yeah (Bora bora Royal)
Então bora pro lounge, yeah (Bora pro lounge)
Hoje é Royal, yeah (Bora bora Royal)
Então bora pro lounge, yeah (Bora pro lounge)
Hoje é Royal, yeah (Bora bora Royal)
Então bora pro lounge, yeah (Bora pro lounge)
Hoje é Royal, yeah (Bora bora Royal)

Tem umas louca que joga na cara
Quer cobrar dinheiro pra dar uma sentada
Por isso que eu gosto de ir lá pro MK
Que lá tem umas puta que me dá de graça
Só botar garrafa, yeah, yeah
Sua xota pisca, hmm, hmm (Oh, yeah, yeah)
Tem muito famoso, yeah, yeah
Chama suas amiga’, hmm, hmm
Ô bih’, ‘cê pode me esperar ali fora
Tô tentando fazer a mina que eu tô ir embora
Na real eu queria é fazer um ménage
Tipo uma sacanagem que eu sei que ‘cê gosta, yeah
Voltando em falar de sacanagem
Eu vi que ‘cê postou que fez uma tatuagem
Escreveu o meu nome e acho até engraçado
Me beijar no passado, ‘cê não tinha coragem
Mas é que depois que eu fiquei famoso
Você e suas amiga, quis tudo me dar
Parece karma, é tipo arma
E pode pá que isso pode matar

Wow, wow, wow, wow
Yeah, yeah, yeah, yeah
Okay, okay, wow, wow
Yeah, yeah, yeah, yeah
Okay, okay
Na letra, o termo “chupar” é usado para descrever o interesse oportunista das pessoas pela fama do eu lírico; “pode pá” significa “pode ter certeza” ou “pode crer”; “quebra” refere-se à periferia ou comunidade; “dar um salve” é cumprimentar ou chamar a atenção; “bandida” designa mulheres atraentes e com atitude, frequentemente associadas ao universo trap; “colar” significa juntar-se ou aparecer; “porto no meu jeans” faz alusão ao que se carrega nos bolsos, como dinheiro ou drogas; “na bala” indica estar sob efeito de drogas; “pesar 1g” significa medir um grama de substância, geralmente ilícita; “taco pau” é uma expressão vulgar para ter relações sexuais; “Royal” provavelmente indica um tipo de festa ou evento de alto nível; “MK” é um local específico para encontros sexuais fáceis e sem custo; “xota pisca” é uma gíria explícita para indicar excitação sexual feminina; “bih'” é uma variação informal de “bitch”, usada para se referir a uma mulher; e “sacanagem” aqui se refere a atos sexuais mais ousados ou à depravação.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música