Descrição

A faixa mergulha de cabeça em uma paixão avassaladora, onde a presença da pessoa amada transforma cada dia em pura celebração, como se fosse sempre uma “sexta-feira”. O eu-lírico está completamente entregue a essa conexão, que transborda em um desejo físico intenso e sem rodeios. Há uma possessividade latente, uma necessidade de saber a quem a pessoa pertence, enquanto o mundo exterior e o que os outros pensam são irrelevantes. A canção explora essa fixação de forma quase viciante, com a pessoa sendo o centro do universo do protagonista. No final, a metáfora de não conseguir “respirar” sem o outro solidifica a profundidade e a dependência emocional dessa ligação ardente e inebriante.

Você não sai mais da minha cabeça
Todo dia com você é sexta
Você com olhar de safadeza
Ô, nega, ô, nega
Você não sai mais da minha cabeça
Todo dia com você é sexta
Você com olhar de safadeza
Ô, nega, ô, nega

 

Não sei onde eu tô
Me chama que eu vou
Com você é bom
Tudo, tudo bom
Ouve esse som
Fiz de coração
Me dá atenção
Se não vou partir

 

(Tudo, tudo bom)
‘Cê quica e não para e eu gosto demais
Hoje foi saudade demais
Então, baby, esquece dos seus pais
Mas a saudade tá batendo demais
Então, baby, fala o que que ‘cê tem
Me conta, ‘cê é minha ou de quem?
Então, baby, eu não ligo pra quem
E eles ‘tão falando de nós

 

[Verso 2: Vulgo FK]
Você sabe do meu CEP, onde eu tô
Sabe onde me encontrar
Eu sei que você muda às vezes o seu jeito
E pensa nas palavras antes de falar
‘Cê sabe que eu briso na sua pussy
Eu não ligo, essas bitch tudo que lute
Elas quer Versace, Prada e Gucci
Me provoca, filma e rebola on my dick, yeah

 

Eu gosto de fuder bem essa pussy
Como cabe tudo nesse jeans?
A gente faz um filme Hollywood
Quase que não fico mais aqui
(Tudo, tudo bom)

 

Você não sai mais da minha cabeça
Todo dia com você é sexta
Você com olhar de safadeza
Ô, nega, ô, nega
Você não sai mais da minha cabeça
Todo dia com você é sexta
Você com olhar de safadeza
Ô, nega, ô, nega

 

Não sei onde eu tô
Me chama que eu vou
Com você é bom
Tudo, tudo bom
Ouve esse som
Fiz de coração
Me dá atenção
Se não vou partir

 

I walked, I ran, I jumped, I flew
Right off the ground to float to you
There’s no gravity to hold me down for real
But somehow I’m still alive inside
You took my breath, but I survived
I don’t know how, but I don’t even care
So how (How) do you expect me (Me)
To live alone with just me? (Oh, oh)
‘Cause my world revolves around you
It’s so hard for me to breathe
Tell me how I’m supposed to breathe with no air (Oh) (Oh)
Can’t live, can’t breathe with no air (Oh) (Oh)
That’s how I feel whenever you ain’t there
It’s no air, no air
Got me out here in the water, so deep (So deep)
Tell me how you’re gon’ be without me (Without me, yeah)
If you ain’t here, I just can’t breathe (Breathe, no)
It’s no air, no air (No air)
No air, air (Oh)
No air, air (Oh, no)
No air, air (No, whoa)
No air, air (No more)

A letra apresenta algumas expressões e gírias características do universo trap. “Briso” denota estar muito envolvido ou fascinado por algo ou alguém, quase a ponto de alucinar. O termo “pussy” é um apelido vulgar e explícito para a genitália feminina, enquanto “bitch” é uma forma pejorativa de se referir a uma mulher, geralmente no contexto de rivalidade ou desdém. A expressão “que lute” demonstra uma atitude de indiferença, significando “que se virem” ou “não me importo com o que os outros façam”. Já “quica” descreve o ato de rebolar ou dançar de forma sensual, popularmente conhecido como twerking, e “on my dick” é uma referência explícita e direta à prática sexual.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música