Descrição

A faixa mergulha de cabeça no universo da ascensão social e da ostentação, narrando a jornada de superação de um passado complicado. O eu lírico celebra a conquista de riqueza e status, destacando a distância de antigos vícios e a velocidade em que sua vida avança. Com menções a marcas de luxo, carros potentes e joias, a canção exalta um “novo patamar” de sucesso. No entanto, o brilho dessa ostentação vem acompanhado de uma consciência das ruas, da necessidade de cautela e da lealdade à “gang”. Há uma dualidade entre a calma do “zen” e o consumo de substâncias, pintando um retrato complexo da realidade de quem ascende mantendo os pés na origem. A mensagem é clara: o corre continua, a grana aumenta e os “vacilões” ficam para trás.

 

Ultimamente eu só tomo zen
Fazendo grana, longe da cocain
Velocidade nas rodas, meu bem
Eu quebro esse otário, me chame de Ken
Tenho playboy no pescoço, beep, beep
Uso Raf Simons, 1k nesse tênis
No Audi, no auge, beep, beep
Tô metendo bala igual Rambo, meu bem

Do George Américo eu lembro do corre
Focado na grana, esquece esses boy
Joguei a gostosa no banco do Ford
Derretendo a placa de cima da Bross
Vrum, no Corolla eu faço, vrum
Pros otário é só dum, dum
Tudo nosso e nada deles
Eu tô na seta,  ela dá zoom
Diamante do Rollie, Rollie, foda-se a Frozen
Ok, eu te ligo hoje, baby
Mas eu tô tão longe, eu não sei
O nego verdadeiro usando Billabong, baby
Tô com a maloca
Todo mundo de Cyclone
Na nave eu te fiz delirar
Ponho o bolo pra contadora contar
Agora eu me sinto em outro patamar
556, o calibre que rasga
‘Cê fica shh’ pra não se atrapalhar
Não cola com ela, nego, que ela é laranjada
Me dopo de lean até desmoronar
Com minha mãe em uma suíte na Espanha
Velocidade, yeah
Ostento a grana em cima da paty, yeah
Tá tarde, yeah, pedi foi Hennessy no meu rider yeah
A gang te amassa, yeah
Pareço um doceiro com as bala, yeah
Disfarça, yeah, o brilho da corrente que embaça, yeah
Do Jaguar, eu desci, me pediram foto, irmão
Desviando dessas bad, nego, nesse mundo cão
A gang toda preparada pra derrubar vacilão
Não paro de fazer cifrão
Não vi esse bico no show, não

Ultimamente eu só tomo zen
Fazendo grana, longe da cocain
Velocidade nas rodas, meu bem
Eu quebro esse otário, me chame de Ken
Tenho playboy no pescoço, beep, beep
Uso Raf Simons, 1k nesse tênis
No Audi, no auge, beep, beep
Tô metendo bala igual Rambo, meu bem

A letra é rica em gírias e termos culturais: “tomar zen” sugere o uso de substâncias para tranquilidade, enquanto “playboy no pescoço” e “Rollie” (Rolex) denotam ostentação de joias e relógios caros. O “corre” representa a luta diária para conseguir dinheiro, e “George Américo” marca a origem e as experiências do eu lírico. “Bross” refere-se à moto Honda NXR Bros, comum nas ruas, e “laranjada” descreve alguém que serve de fachada para atividades ilícitas. “Lean” é a bebida recreativa com codeína, e “paty” é uma garota rica. “Rider”, no contexto, são as exigências de um artista. Ser um “doceiro com as bala” implica ter acesso a muitas drogas ou munições, e o brilho da corrente que “embaça” exagera a intensidade de suas joias. “Cifrão” simboliza o dinheiro, “bico” um rival, e “maloca” e “Cyclone” conectam à comunidade e à moda urbana, com “nave” sendo um carro potente.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música