Descrição

A faixa é um verdadeiro hino de autoconfiança e superação, onde o protagonista celebra sua ascensão meteórica no cenário do trap. Ele narra a jornada de deixar para trás um passado de dificuldades, mergulhando em uma vida de luxo e reconhecimento. Com uma postura destemida, o artista não hesita em desqualificar rivais, afirmando sua autenticidade e a força de sua crew. Entre carros de luxo, joias exuberantes e a busca incessante por mais, a música transmite a energia da conquista e a frieza de quem sabe seu valor, reforçando que sua presença no jogo é inquestionável e que sua visão é sempre para frente, longe da ‘lama’.

 

(On, yeah, Yeah, Yeah) caramba, ultimamente eu tenho feito umas paradas tão loucas véi
(Yeah, Yeah, Yeah)
Que bom né!?
(Yeah, Yeah)
Acho que, é isso que eu sou

(Yeah, Yeah, Yeah)

Procuro no fumo igual nemo (woh)
Fumo meleca com o bando (bando)
Esses manos falando de mim
Só que esses manos são tudo pequeno

Em São Paulo eu peguei um bolão
Eu chego em casa no meu carrão
Não posso voltar pa lama não
Ligo pra mãe, passo a visão

Tô chegando com champanhe (champanhe)
Eles tentam pеgar o mano D nas movimentações (haha)
Eu vim da Bahia, aqui é murro na cabeça (raaa)

Tua Labеl é fraca e te bota na geladeira
Sai de casa pra missão
Novinho com disposição
Cinco anos depois meu vulgo rodando mundão
(Isso aí, tá ligado)

Tu só canta pop, tu nunca fez trap não (On God)
Nego tu é bundão, tu parece a mulher melão (baka)
Luxando sabe como é
O de mil que tá forrando meu pé

Só porque eu tirei uma folga
Virou uma merda a cena do trap
Nunca fez armadilha porra
Tu não é de gang

Tu nunca fez trap nego
Tu fazia funk
Eu sou pretty bae
Ver se para de secar

Com camo da bape
Minha corrente é um frigobar (bi, bi)
Nem ligo pro cês
Hater falido eu assassinei

Dopadão de zens
Quase que bati meu May

Bati meu may, quase que bati meu may
Nego eu bati meu may
Quase que bati meu may
(Skrr)
Procuro no fumo igual nemo (nemo)
Fumo meleca com o bando (haha)
Esses manos falando de mim
Só que esses manos são tudo pequeno

Em São Paulo eu peguei um bolão
Eu chego em casa no meu carrão
Não posso voltar pra lama não ( On God)
Ligo pra mãe, passo a visão (visão)

Tô chegando com champanhe
Eles tentam pegar o mano D nas movimentações (haha)
Eu vim da Bahia, aqui é murro na cabeça (bleh)

Tua Label é fraca e te bota na geladeira

A letra utiliza gírias e termos específicos da cultura trap: “Procuro no fumo igual Nemo” sugere uma busca ou fuga na maconha, enquanto “fumo meleca com o bando” refere-se ao consumo de haxixe ou maconha potente junto à sua crew. “Peguei um bolão” significa ter conquistado uma grande soma de dinheiro. “Passo a visão” é informar alguém ou dar um aviso. “Te bota na geladeira” indica ser marginalizado ou ter o trabalho parado por uma gravadora. “Meu vulgo rodando mundão” celebra o reconhecimento global de seu apelido. “On God” é um juramento de veracidade. “Luxando” e “o de mil que tá forrando meu pé” descrevem a ostentação de riqueza com tênis caros. “Minha corrente é um frigobar” é uma hipérbole para uma corrente cravejada de diamantes que aparenta ser “fria”. “Dopadão de zens” significa estar sob forte efeito de sedativos (Xanax), e “May” é abreviação para Maybach, carro de luxo. “Secar” é invejar, e “nunca fez armadilha” questiona a autenticidade do rival em relação às vivências de rua inerentes ao gênero trap.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música