Descrição

A faixa narra a jornada de um protagonista que ascendeu de suas raízes humildes para uma vida de luxo e reconhecimento. A letra celebra o sucesso conquistado, exibindo um “kit” impecável e ostentando marcas caras, enquanto afasta a inveja alheia. Há um forte elo com a família, para quem o esforço valeu a pena. Entre o brilho e a correria, o eu-lírico encontra tempo para o romance, lembrando de momentos à beira-mar com uma morena. A música transborda autoconfiança, mostrando um personagem que, apesar de “criar asas”, mantém os pés no chão, sendo uma “referência” para a sua “firma” e sua comunidade, provando que é possível prosperar sem esquecer de onde veio.

Aham
Aham, yeah, yeah, yeah, yeah
Aham, ó só
Ham, peita nove
Olha o kit, olha o kit, sempre na vexa
Bico na inveja, nunca dou nada
Tamo’ caindo pra praia
Joga Havaiana’, bandeira no pé dos quebrada’
Yeah, yeah, yeah, yeah
Aham, aham
Peita nove

Olha o kit, olha o kit, sempre na vexa
Bico na inveja, nunca dou nada
Tamo’ caindo pra praia
Joga Havaiana’, bandeira no pé dos quebrada’
Avistei a morena, ‘tava de passagem na rua de casa
Tenho lembrado da gente
Final de tarde trocando uma ideia na praia

Hmm, degustando [?]
Eu penso na corrida pra comprar uma casa
Tudo foi pela família
Eu jogo na mesa da mama, a mala com a bagaça
Mas voltando no assunto, eu tocando a Meca da cor esmeralda
Ela só quer vir no colo
Disse que o banco do lado não serve de nada
E ela se sente adorada
E eu faço questão, mesmo curtindo mais prata
Ela tá curtindo Prada
E o preço da bolsa, eu já não ligo se é cara
Eu sei, já foi mais difícil ter tudo isso
Mas eu mantive minha calma
Evoluciono esse game, eu tive o pé no chão
Até quando criei asas (Aham, peita nove)

Olha o kit, olha o kit, sempre na vexa
Bico na inveja, nunca dou nada
Tamo’ caindo pra praia
Joga Havaiana’, bandeira no pé dos quebrada’
Avistei a morena, ‘tava de passagem na rua de casa
Tenho lembrado da gente
Final de tarde trocando uma ideia na praia

Onde nós passa, eles fala
Onde nós chega, eles trava, sem movimento
Acostumado com flash na cara
Eu só preciso viver esse momento
Vivendo a vida sem pressa
Eu curtindo a vista, ouvindo aquela do Zeca
Fofoca não me interessa, então não me testa
Que eu tô pensando naquela
Mina da noite passada
Que foi parar bem debaixo das coberta’
Disse que mora em quebrada
E por um momento, eu penso se valeu a pena
Girando assunto na net quando posto foto
O mano me chamou de ref’
Trazendo a grana p’a firma
É só eu e o Henry, não vamo’ lidar com o chefe

Olha o kit, olha o kit, sempre na vexa
Bico na inveja, nunca dou nada
Tamo’ caindo pra praia
Joga Havaiana’, bandeira no pé dos quebrada’
Avistei a morena, ‘tava de passagem na rua de casa
Tenho lembrado da gente
Final de tarde trocando uma ideia na praia

A letra explora termos como “peita nove”, que sugere uma peça de roupa específica que confere estilo e atitude, talvez um item de marca ou número de jersey; “na vexa”, indicando estar impecável ou no auge, com swagger; e “bico”, um termo para designar pessoas invejosas ou traíras. A “quebrada” representa a comunidade de origem do protagonista, ressaltando suas raízes e autenticidade. “Bagaça” é usada para se referir a uma grande soma de dinheiro ou bens valiosos, muitas vezes obtidos através da “correria”. “Meca” é o apelido para o carro de luxo Mercedes-Benz, e “prata”, no contexto da joalheria, simboliza riqueza e status no cenário do trap. Por fim, “ref'” é a abreviação de “referência”, alguém que inspira e dita tendências, enquanto “firma” designa o grupo ou coletivo do artista, sua equipe ou empreendimento.

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Significado da Música