Descrição

A faixa mergulha na jornada de superação e na ascensão de um jovem que, apesar de não ter um roteiro pronto para o futuro, faz questão de não esquecer suas raízes. A narrativa é um vaivém entre o passado de perrengues, como goteiras e um emprego num restaurante, e o presente de conquistas. Hoje, o protagonista está faturando alto nos palcos, ostentando uma vida de luxo com carros caros e uma casa imponente, o que era um sonho distante. A música reforça a importância da fé e da persistência, celebrando as vitórias com os verdadeiros aliados e mostrando que, no corre do dia a dia, é preciso ter o olho aberto pra quem não joga limpo. É um hino à resiliência, provando que o sucesso é fruto de muito trampo e que, com o tempo, os sonhos se concretizam.

 

Aham
Bradockdan, Peita Nove
What a strike by Henry!

Mano, eu não sei pra onde eu vou
Mas sempre lembro de onde eu vim
E é tipo assim, e é tipo assim
Ando fazendo esse placo pelos palcos
E é tipo assim, e é tipo assim
Mano, eu não sei pra onde eu vou
Mas sempre lembro de onde eu vim
E é tipo assim, e é tipo assim
Ando fazendo esse placo pelos palcos
E é tipo assim, e é tipo assim

Vida boa, responsa monstra
Zé povin ronda, eu não vou mostrar
Meta conquista, uma casa monstra
BMW, teto solar
Já foi goteira e molhou minhas roupa
Meu guarda-roupa vale um Jaguar
Meu sonho fino, chego no fim
Lembro menorzin, ó como ele tá
Fiz meu papel, pois pedi pra Deus
Que ele me ajudasse, tipo: InshaAllah
Vou vivendo e concretizando
É questão de tempo pra nóis tá lá
Lembro do tempo do restaurante
Em vários momento que eu quis parar
Peguei a chave, abri minha porta
Parece fácil, normal pensar

Mano, eu não sei pra onde eu vou
Mas sempre lembro de onde eu vim
E é tipo assim, e é tipo assim
Ando fazendo esse placo pelos palcos
E é tipo assim, e é tipo assim
Mano, eu não sei pra onde eu vou
Mas sempre lembro de onde eu vim
E é tipo assim, e é tipo assim
Ando fazendo esse placo pelos palcos
E é tipo assim, e é tipo assim

Vitória é minha é vitória é nossa
Do meus irmão, do meus aliado
Não só no aperto, na vida mansa
Já sei de uns dias quem tá do lado
Já vi mentira, já vi inveja
De gente alheia, aqui do meu lado
Abri os zói, por que cá entre nós
Eu não quero bic, então sai pros lado
Tô mais focado naquelas meta
Fazer meu vento, e ela do lado
Tem no contato uma aqui do Rio
Que se deixar, levo pra São Paulo
Antes num busão, hoje num avião
Fone, Cebezinho, vou cortando o vento
Bipei minha mãe, falei vai dar certo
Ela disse: Filho, é questão de tempo

Mano, eu não sei pra onde eu vou
Mas sempre lembro de onde eu vim
E é tipo assim, e é tipo assim
Ando fazendo esse placo pelos palcos
E é tipo assim, e é tipo assim
Mano, eu não sei pra onde eu vou
Mas sempre lembro de onde eu vim
E é tipo assim, e é tipo assim
Ando fazendo esse placo pelos palcos
E é tipo assim, e é tipo assim

Na letra, algumas expressões e termos culturais dão o tom da conversa: “placo” é uma gíria para dinheiro, indicando a grana que o artista está fazendo. “Zé povin” é um termo pejorativo usado para se referir a pessoas fofoqueiras ou invejosas que ficam à espreita. “Monstra”, quando usado para descrever algo como uma casa ou responsa, significa algo muito grande, impressionante ou de grande magnitude. “Menorzin” é a forma diminutiva e carinhosa para se referir a si mesmo quando era mais novo, um “menor”. “InshaAllah” é uma expressão árabe que significa “se Deus quiser”, mostrando fé e esperança no futuro. “Abri os zói” é uma maneira informal de dizer “abrir os olhos”, no sentido de ficar atento e esperto. Já “não quero bic” parece ser uma variação informal de “não quero bicho” ou “não quero bico”, significando que ele não quer problemas ou gente indesejada por perto, complementado por “então sai pros lado”, que manda essas pessoas se afastarem. “Fazer meu vento” é uma forma poética de dizer que ele está seguindo seu próprio caminho, conquistando sua liberdade e espaço. E “bipei minha mãe” remete a um contato rápido, como um “alô” ou uma ligação para avisar.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música