Descrição

A faixa mergulha fundo na complexidade da ascensão social e no jogo de aparências, onde a inveja de quem observa de fora, sonhando em “ser nós”, é palpável. O eu lírico, por sua vez, busca transcender e redefinir o sucesso, navegando entre a sua identidade e o desejo por luxo. Vemos a troca de algo simples por um iPhone e Lacoste, símbolos de um status conquistado. A noite é um palco para a ostentação e o hedonismo, com a celebração da liberdade e do prazer sem limites, onde “o beck na mão, o copo na outra” é a lei. Há uma consciência da luta, mas uma determinação em seguir um caminho próprio, até mesmo “ao contrário” se for preciso, para triplicar o salário e atingir o nível de um Ronaldo Nazário, virando dono do próprio “Cruzeiro”. É um brinde à vitória sobre as dificuldades, um hino à ambição e à vida sem amarras.

 

Cresce o Zói
Fala mal
Mas no fundo
Quer ser nós
O seu filho quer preto
Quer ser preto
E o preto querendo
Ser boy
Troca o bode
Compra iPhone
Deixa 10 só na Lacoste
De tanto querer
E não ter
Hoje o que quiser cê pode

Pode
Pede preta
Tudo pro bigode

Forte
E deita (fode)
Quer água ou Cîroc?

Tô no toque
Dessa noite
Cê moía parto
Pá outro
Inimigo do fim
O beck
Na mão
O copo
Na outra

A não coxa
Da garota
Pele marrom
E pelo de ouro

Fingi que é moça
E como senta
No banco de couro

Se envolve
No desenvolto
Não vai da ideia do zoto
Essa loka não me deu nada
E oh que eu esperava um pouco

É nescessario
Caminhar da escuridão
Pra luz
Ao contrário
Pra triplicar o salário
Entre o dinheiro é o amor
Vou ficar milionário
E compra um Cruzeiro
Igual o Ronaldo Nazario

Cresce o Zói
Fala mal
Mas no fundo
Quer ser nós
O seu filho quer preto
Quer ser preto
E o preto querendo
Ser boy
Troca o bode
Compra iPhone
Deixa 10 só na Lacoste
De tanto querer
E não ter
Hoje o que quiser cê pode

Pode
Pede preta
Tudo pro bigode

Forte
E deita (fode)
Quer água ou Cîroc?

Tô no toque
Dessa noite
Cê moía parto
Pá outro
Inimigo do fim
O beck
Na mão
O copo
Na outra

A não coxa
Da garota
Pele marrom
E pelo de ouro

Fingi que é moça
E como senta
No banco de couro

Se envolve
No desenvolto
Não vai da ideia do zoto
Essa loka não me deu nada
E oh que eu esperava um pouco

A letra desfila uma série de termos que pintam um retrato cultural vibrante. “Cresce o zói” significa ter inveja ou cobiça. “Ser boy” é almejar o estilo de vida de jovens ricos e privilegiados. “Troca o bode” se refere a substituir algo velho ou simples por algo novo e luxuoso. “Pede preta, tudo pro bigode” expressa a ideia de ter tudo o que se deseja, especialmente em termos de prazer e indulgência. “Inimigo do fim” descreve alguém que não quer que a festa termine, enquanto “beck” é um cigarro de maconha. “A não coxa da garota” pode se referir a uma mulher que não é ‘quadrada’ ou chata, mostrando-se interessante e livre. “Não vai da ideia do zoto” é um aviso para não dar ouvidos ou seguir o conselho de outras pessoas, e “loka” é uma forma informal e comum de se referir a uma mulher ou garota.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música