Descrição

A faixa mergulha de cabeça no estilo de vida hedonista e descompromissado do universo trap. A narrativa gira em torno de um eu-lírico que se gaba de sua atração por mulheres e de seu sucesso. Ele descreve um fluxo constante de modelos em sua casa, comparando a cena a um “desfile na favela”, e faz questão de deixar claro que os encontros são casuais e sem grandes expectativas de compromisso. Entre drinks e gastos com luxos, ele enfatiza que não se apega e que as relações são passageiras, alertando as mulheres para não se iludirem. A letra reforça a imagem de um “vagabundo” consciente de seu poder de sedução e de sua liberdade, sempre lembrando que a vida é para ser torrada sem arrependimentos, já que “dessa vida nada leva”.

 

É o toledo, né?
Bvga, what are you doing?

Yeah
Sei que essa bitch me acha sem graça
Faço trap, eu não faço comédia
Toda semana uma na minha casa (yeah)
Eu nunca bato na me’ma tecla
Modelo que sobe, modelo que desce
Parece um desfile na favela
Se prepara pro jogo, levanta, se aquece
Parece um desfile na favela

Toma esse drink, cabeça gira igual bleyblade
Seu peito, meu papel de parede
Quer usar meus kit’, aí cê quebra a banca
Tá achando que é outlet?
Ela não é sua, só ‘tava na sua vez
Insinua, que eu que te fudi bem
Continua, me diz o que eu já sei
Se cê quer fuder num quarto de hotel, nóis’ aluga

Judiação, ela acha que é única
Fica tranquila bae’
Só hoje você é única
Sendo assim, cê não se desaponta
Só rebola essa bunda no beat do buga (pula, pula)
Me trata igual brinquedo (ahn, ahn)
Minha pica faz de pula-pula (yeah)
Parece um bambolê o jeito que mexe essa cintura

Yeah, é o danzo
Uma desce e outra sobe
Parece um desfile na favela (yeah)
Toda grana que sobra (aham)
Compro mimo e presente pra ela (ela)
E tudo o que nóis’ porta
Vira tendência na quebra’ (y’ah)
E o dinheiro nóis’ torra
Dessa vida nada leva
Não queria mentir (nunca)
Não queria nem tocar no assunto
Porque a gente nem ‘tava junto
Cê que cisma que manda em mim (yeah)
Ainda eu que saio de ruim (uh, uh)
Mas você já conheceu assim
Eu não nego que sou vagabundo
Cê gosta da transa e eu trato com carin’
Mentiu bem, mas eu já sabia da verdade (ah)
Quer vir vem, mas é só um lance de sacanagem
E também gosto quando cê senta pro drak
Se apegar faz parte (aham)
Mas eu não vou bater nessa tecla

Yeah
Sei que essa bitch me acha sem graça
Faço trap, eu não faço comédia (faço comédia)
Toda semana uma na minha casa (yeah)
Eu nunca bato na me’ma tecla
Modelo que sobe, modelo que desce
Parece um desfile na favela
Se prepara pro jogo, levanta, se aquece
Parece um desfile na favela

Toma esse drink, cabeça gira igual bleyblade
Seu peito, meu papel de parede
Quer usar meus kit’, aí cê quebra a banca
Tá achando que é outlet?
Ela não é sua, só ‘tava na sua vez
Insinua, que eu que te fudi bem
Continua, me diz o que eu já sei
Se cê quer fuder num quarto de hotel, nóis’ aluga

Na faixa, várias gírias e expressões enriquecem a narrativa. “Bater na mesma tecla” aqui significa repetir um padrão, especialmente em relacionamentos casuais. “Desfile na favela” descreve um constante e impressionante fluxo de mulheres atraentes. A cabeça “girar igual bleyblade” ilustra a tontura de quem bebeu demais, enquanto “kit'” se refere a roupas e acessórios de marca caros. “Quebrar a banca” é gastar uma fortuna, e a comparação com “outlet” é usada para criticar quem quer obter vantagens sem pagar o preço. “Fudi bem” indica uma relação sexual intensa e satisfatória. A metáfora “pula-pula” descreve o ato sexual. “Cisma” significa implicar ou ter uma ideia fixa. “Vagabundo”, no contexto, é alguém que vive livre de amarras e convenções sociais, com orgulho. Por fim, “lance de sacanagem” designa um encontro puramente sexual e sem compromisso.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música