Descrição

A faixa mergulha de cabeça na ostentação e na vida de luxo que o sucesso no trap proporciona, mostrando a caminhada da base ao topo. O narrador esbança autoconfiança, exibindo carros potentes, joias e roupas de grife, deixando claro que seu dinheiro, muitas vezes com origens questionáveis, alimenta sua autoestima e poder. Há um tom desafiador e agressivo em relação aos rivais, que são menosprezados por sua falta de autenticidade e molejo no trap, ou por não possuírem a mesma credibilidade e capacidade financeira. A música também pincela o uso de substâncias como parte desse estilo de vida. É uma declaração de domínio e riqueza, feita com uma dose de perigo e um sorriso maroto, como o Coringa.

Yeah-yeah
Yeah, le’ go, yeah
Prr, yeah
(Retroboy)
Yeah, let’s get it, let’s get it
Let’s get it, let’s get it, let’s get it (Uh-ah, yeah)
Yeah, let’s get it, let’s get it
Let’s get it, let’s get it, let’s get it (Uh-ah, yeah)

 

Arma pesada, mas não é o Rambo
Lavando dinheiro p’ra subir minha label
Esse arrombado ‘tá falando tanto
Nóis deixa’ seu corpo furado igual queijo
Olha p’ra nave, p’ro dente do preto (Grrr)
‘Cê não faz trap, ‘cê não tеm molejo
Olha p’ra nave, p’ro dentе do preto
‘Cê não faz trap, ‘cê não tem molejo (Oh-way)
Se eu passo na blitz, já vira notícia
Tem uns mano’ na net querendo minha mídia (Way, way)
Prada Milano, mandei p’ra minha mina
Gastando uma bala no shopping na quinta (Way, way)
Não fodo com cheque, não fodo com Adidas
Dinheiro na conta levanta a autoestima (Way)
Eu mato esse beat, ainda matando rindo
Por isso alguns mano chamam de Coringa

 

Meu mano, você tá sabendo (Burn)
Por que você tá se tremendo? (Bu-bu-burn)
Colou na favela, ficou tão perdido
Alguns manos chamaram de Nemo (Chamaram de Nemo)
Fumando as meleca com o bando (Burn)
Se eu pego esse beat, dá medo (Burn)
Ultimamente, tô fumando tanto
Que até meu pulmão tá querendo (Burn)
Fumando essa flor com esse dry (Dry)
‘Cê fala bastante e não faz (Le’ go)
Paparazzi, sei que ‘tão me seguindo
Eles viram eu mandando sinais (Le’ go)
Whippin’ my wrist (Wrist)
Sou viciado na merda do lean (Na merda do lean)
Ele é tão brega, sua diss eu não vi
Essa porra no estúdio pra mim é mó simples (Fah-fah-fah-fah)
Cuspindo barras e barras (Barras e barras)
Eu tô, de fato, de fato (De fato, de fato)
Cuspindo barras e barras (Barras e barras)
Eu tô, de fato, de fato (De fato, de fato)
Eu tô acostumando com a vida de luxo
Gastando tudo, mas só em coisa fútil
Tipo miojo, eu fiz em dois minuto
Se eu não fumo essa erva, meu mano, eu surto (Fah-fah-fah-fah)
Olha pra nave e p’o dente de prata
Certeza que é isso que te incomoda (Pew-pew)
‘Cê não faz trap, ‘cê faz bossa nova (Pew-pew)
‘Cê não faz trap, ‘cê faz bossa nova (Pew-pew)
E dá um ano pros cara’
Que ‘cê vai ver os cara’ andando de Meca
Não colo com rapper brega
Esses cara’ passa minoxidil na testa
E vê se não testa minha choppa
Nós te escreve por extenso, pontua e envia
Eu não declaro minha grana (‘Via-‘via)
Lavo essa merda, meu estúdio é uma lavanderia
Eu vou no shopping, gasto me’mo
Antes não tinha, agora eu tenho
Antes de conquistar minha grana
Eu conquistei o meu respeito
Movimento a rua, me sentindo o Jimmy
Ela me pedindo Jimmy (Choo)
Não olho pro preço
Só olho se tá combinando com a merda da skinny (Blue)
Tamo’ na posição de ataque
Eles de Brandili, eu de designer (-Signer-signer-signer)
Eles de Brandili, eu de designer
Minha choppa tá full, nós tá o crime
Ela me quer porque eu sou o aço
Enrolo esse boy igual money no elástico
Escondo dinheiro debaixo do plástico
Queimando pneu no carro automático
Tic-tac, toc-toc
Na sua porta com o Dé’
‘Cê devia, não pagou?
Clack-clack-clack
Clack-clack-clack
Arma pesada, mas não é o Rambo
Lavando dinheiro p’ra subir minha label
Esse arrombado ‘tá falando tanto
Nóis deixa’ seu corpo furado igual queijo
Olha p’ra nave, p’ro dente do preto (Grrr)
‘Cê não faz trap, ‘cê não tem molejo
Olha p’ra nave, p’ro dente do preto
‘Cê não faz trap, ‘cê não tem molejo (Oh-way)
Se eu passo na blitz, já vira notícia
Tem uns mano’ na net querendo minha mídia (Way, way)
Prada Milano, mandei p’ra minha mina
Gastando uma bala no shopping na quinta (Way, way)
Não fodo com cheque, não fodo com Adidas
Dinheiro na conta levanta a autoestima (Way)
Eu mato esse beat, ainda matando rindo
Por isso alguns mano chamam de Coringa

Por isso alguns mano chamam de Coringa
Por isso alguns mano chamam de Coringa

A letra está repleta de gírias e termos culturais que imergem o ouvinte no universo do trap. Expressões como “lavando dinheiro” e “lavanderia” abordam a origem ilícita de fundos, enquanto “choppa” (fuzil automático), “full” (arma carregada) e a onomatopeia “Clack-clack-clack” remetem à violência. A ostentação é vista em “dente do preto” ou “dente de prata” (joias dentárias), e a autenticidade no gênero é definida por “molejo”. Rivais são desqualificados com a depreciativa “bossa nova” (para algo sem a força do trap) e com a provocação “minoxidil na testa”, que insinua vaidade e falsidade. O consumo de drogas é pontuado por “meleca”, “flor”, “dry” (tipos de maconha/haxixe) e “lean” (xarope de codeína). Outras expressões incluem “não fodo com” (não me envolvo), “Whippin’ my wrist” (preparar drogas), a ameaça “escreve por extenso, pontua e envia”, e o uso de “Brandili” para menosprezar o estilo de oponentes, além da persona “Coringa” e a alusão a “Jimmy/Jimmy Choo”.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música