Descrição

A faixa mergulha fundo num universo de ostentação, perigo e prazer sem limites. O eu-lírico se posiciona como alguém fora das regras, navegando por um cenário onde a lei é ignorada e a rua dita as próprias normas. Há uma clara exaltação de um estilo de vida hedonista, regado a substâncias e a interações sexuais explícitas, onde mulheres são retratadas de forma objetificada, mas sempre dispostas ao envolvimento. A narrativa flerta com a violência e a dominação, enquanto o protagonista se gaba de sua capacidade financeira e sexual. É um retrato cru e direto de um cotidiano de excessos, poder e uma autoconfiança inabalável, embalado por um beat pesado que transporta o ouvinte para essa realidade intensa e sem filtros, onde o desejo e o status ditam as regras do jogo.

(Ha, my ex called me a narcissist)
Yeah, let’s go
Yeah, yeah
Uh, hot, yeah
Yeah (Neckklace)
Uh, yeah, let’s go, yeah

 

Nego, eu não mudei, eu não sigo a lei
Skrrt, eu derrapei, gang-gang-gang (Huh)
I don’t give a fuck, nego, eu ‘tô no ódio (Wock’, Wock’, Wock’, brrt)
Vai ser fácil, fácil, se trombar com ele, vai ser fácil, fácil (Tu-tu-tu)
Pussy nigga sempre ‘tá na mira (Ayy, yeah), eu não ‘tô de touca
É que essa vadia curte coca’ (Coca’), ela cheira a noite toda
Sabe que nós patrocina’ (‘Cina), MD, balinha e lança
Nego, a noite é uma criança e ela ‘tá com o preto bala
Ela é da Fatal Models (Word), mas pra nós ela dá de graça (Word, word)
‘Tô no Caster, pode pá (Plug), já gastei mais 20K (Word, word)
Ela quer tomar melzin’ (Yeah), ‘tá querendo se soltar

 

Vim do Caster pro MK que as bandida’ tá na bala (Na bala)
Ela quer balinha de graça (Yeah), vai tomar leite na cara (Yeah, aham, yeah)
Seus mano’ nem sai de casa, meus manos só saem na caça (Yeah, yeah)
Sei que ela quer problema (Let’s go) e o maior de todos eles ‘tá dentro da minha calça (Yeah, woah)
Vou botar ela pra sentar (Brrt)
Nem ligo se ela é modelo (Yeah), ‘tá na minha (Yeah), eu vou botar (Brrt-brrt-brrt)
Se é magrinha, eu vou botar (Yeah)
Bunda gigante, eu vou amassar (Let’s go)
Deixa ela fazer um desejo que hoje o preto vai bancar (Yeah, yeah)
Vagabunda ‘tá no bote, mas não o meu que o meu não dá (Dólar, ahn, ahn, ahn)
Já enchi ele de nota e o meu foco de contar (Yeah, dólar)

 

Minha novinha é especialista, ela é tipo pornstar
Não importa o lugar (Word), ela sempre quer mamar (Come on)
Ela vem pra favelinha sempre quando quer transar (Yeah, yeah)
Ela é tipo pornstar, ela é tipo pornstar (Word)

Ela é tipo pornstar (Uh), não importa o lugar (What? What?)
Ela sempre quer mamar (Yeah), ela sempre quer mamar (Yeah)
Tipo pornstar, não importa o lugar
Ela sempre quer mamar, ela sempre quer mamar (Quem que chamou esse calvo?)

A faixa utiliza diversas gírias e termos do submundo do trap para construir sua narrativa. Expressões como ‘Skrrt’ (som de pneu derrapando, indicando movimento rápido) e ‘Gang-gang-gang’ (afirmação de lealdade a um grupo) remetem ao universo das ruas e da afiliação. ‘Wock” (abreviação de xarope de codeína/prometazina) e ‘não ‘tô de touca’ (não estou de brincadeira, estou sério) indicam a imersão em um estilo de vida hedonista e perigoso. A música também detalha o consumo de substâncias como ‘Coca” (cocaína), ‘MD’ (MDMA), ‘balinha’ (ecstasy ou outra droga em pílula) e ‘lança’ (lança-perfume), além de descrever o eu-lírico como um ‘preto bala’ (homem negro confiante, de sucesso e por vezes perigoso no cenário de rua). Termos como ‘Fatal Models’ (plataforma de acompanhantes) e ‘plug’ (contato que fornece drogas ou informações) contextualizam os relacionamentos e contatos do personagem, enquanto ‘Word’ e ‘pode pá’ servem como afirmações de veracidade. Há ainda o uso de linguagem explícita como ‘tomar leite na cara’ (ejaculação facial) e ‘mamar’ (realizar sexo oral), e referências a locais como ‘Caster’ e ‘MK’ que ambientam a trama. Por fim, o ad-lib ‘Quem que chamou esse calvo?’ adiciona um toque informal e provocador.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música