Descrição

A faixa mergulha na rotina intensa de um personagem central que navega entre o luxo e os perigos do mundo do trap. Ele descreve um estilo de vida de excessos, com mulheres que buscam sua atenção e o consumo de substâncias como lean e whisky, sempre com um tom de desapego e até certo cansaço. A narrativa enfatiza a importância de manter a autenticidade e a credibilidade nas ruas (‘postura de cria’), contrapondo-se àqueles que buscam apenas ‘pose’ ou fama superficial. Há referências explícitas à riqueza gerada por esse universo, o fascínio por marcas de luxo e o constante risco de envolvimento com a lei. O eu-lírico se posiciona como um ‘real g’, alguém que vivencia essa realidade sem rodeios, buscando liberdade em meio a um cenário de ostentação e vigilância.

 

Yeah, yeah
Nanananana
Yeah, yeah
Nanananana

Bitch me liga e eu falo: Oh no!
Ela ama coca, com esse uísque fica louca
Me aplaude mano, que nem foca
Chega num ponto que eu só falo só: No more
Só quero lean e soda
Ssa droga só pega e moca
Ela ama os neguin da boca
Mano ela sabe

Bitch me liga e eu falo: Oh no!
Ela ama coca, com esse uísque fica louca
Me aplaude mano, que nem foca
Chega num ponto que eu só falo só: No more
Só quero lean e soda
Ssa droga só pega e moca
Ela ama os neguin da boca
Mano ela sabe

Real niggas nessa nave, bitch
Vou passar na sua casa
Pode chamar suas amiga, bitch
Chame esse flow de NASA
Honey nessa Tennesy
Sabe que sou real g
Eu mergulho nessa pussy
Esse gosto melhor juice
Ela balançando a raba, trajada à Balenciaga
Eu exalo 212, bandida my life is true
Respeito nunca foi comprado
Postura que a rua ainda vai te cobrar
Quero que se foda a fama, postura de cria não posso errar

Yah, envolvido por necessidade e tem muitos se envolvendo por pose
Yah, sustente as ruas e essas bandas
Tô buscando liberdade, eles buscando pose
Filha do cana é minha fã
Não faz ideia do quanto que esse ramo aqui fatura numa noite

Eles me invejam desde que eu tinha 14
Ela rende pra gangue porque nóis tem 12
Mano, nóis gosta da brisa dessa doce
Passando no carro ouvindo MC poze
Ela dando a buceta como fosse ontem
Desculpa baby, igual a você tem um monte

Maquinista, o tal fura bloqueio
Tava desde cedo, cê num tava lá
Me grampearam mas fica difícil da interpol pega, liga de ak
Aquela bunda diz coisas que a gente não pode brincar, tal de santa
Quanto mais a tropa troca mais essa bandida quer ter pra trocar

Bitch me liga e eu falo: Oh no!
Ela ama coca, com esse uísque fica louca
Me aplaude mano, que nem foca
Chega num ponto que eu só falo só: No more
Só quero lean e soda
Ssa droga só pega e moca
Ela ama os neguin da boca

Bitch me liga e eu falo: Oh no!
Ela ama coca, com esse uísque fica louca
Me aplaude mano, que nem foca
Chega num ponto que eu só falo só: No more
Só quero lean e soda
Ssa droga só pega e moca
Ela ama os neguin da boca
Mano ela sabe

A letra está recheada de gírias e termos da cultura de rua e do trap: ‘lean e soda’ é um coquetel de drogas, e ‘moca’ descreve seu efeito entorpecente. ‘Neguin da boca’, ‘real niggas’ e ‘real g’ identificam indivíduos autênticos e leais da favela ou do tráfico, valorizando a ‘postura de cria’ (atitude da periferia) e criticando a ‘pose’ (falsidade). Um ‘flow de NASA’ significa uma rima excepcional, enquanto ‘trajada à Balenciaga’ e ‘212’ (o perfume) indicam luxo. ‘Bandida’ caracteriza uma mulher ousada e ‘filha do cana’ é a filha de um policial. A frase ‘ela rende pra gangue porque nóis tem 12’ sugere submissão por poder ou armamento (calibre 12). A ‘brisa dessa doce’ é o efeito de uma droga recreativa. ‘Maquinista, o tal fura bloqueio’ designa alguém que lidera ou evade obstáculos, e ‘me grampearam’ significa ter o telefone interceptado. ‘Liga de ak’ e ‘tropa troca’ evocam a presença de armas e conflitos, e ‘tal de santa’ ironiza a inocência.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música