Descrição

A faixa exala uma energia contagiante de superação e ostentação, celebrando a jornada de quem veio de baixo e alcançou o topo. A letra contrasta a virtude de quem cresceu na comunidade com a falsidade de ‘vermes’ e ‘sanguessugas’, reforçando uma narrativa de autenticidade e conquista. Há uma clara exaltação ao sucesso financeiro e ao status, com descrições de luxo, festas badaladas e a posse de bens caros, tudo fruto de muito trabalho e ambição. A música transmite uma confiança inabalável, um lembrete aos que duvidaram de que o jogo virou, e que o respeito conquistado vale muito mais que ouro. É um hino para quem chegou à ‘cobertura’, desfrutando dos frutos do seu esforço e mostrando que, com base e foco, é possível dominar o mundo.

 

I’ve been pouring rain drop it to my shit to you
Now, I’ve been pouring rain drop to my big blue
Say, I’ve been pouring rain drop it to my shit to you
Now, I’ve been pouring rain drop to my big blue

Favelado nasce com virtude
Faz a gente ter dó de quem nem sofre
Sobrevivente, campeã, e quem é você?
Mais um verme, sanguessuga, sendo ali, Abutre
Vários encobre, nós desmascarou de ronca de BM e Coupé
Filhos no fim do turno, das rara mandei trazer
Fechei com os coração puro, dividindo os lucro
Dominando tudo, com o melhor produto

De novo, de novo, de novo, chefe já na cobertura
Com o bolo no bolso, e o meu respeito na rua
É cereja do bolo, vale mais que ouro
Muito mais que ouro, aham, aham
De novo, de novo, de novo, chefe já na cobertura
Com o bolo no bolso, e o meu respeito na rua
É cereja do bolo, vale mais que ouro
Muito mais que ouro

Dentro da pocha eu tô dando um jet
Cuidado com o drink no banco de couro
Hoje nós vai barulhar nessa city
Quem é Nath Fisher? É o torro
Eu não tô mais ligando pra nada
Pode descer mais cinco garrafas
As bandida derrubam a balada
Fecha camarote que nós
Ah, mais, torceu contra o meu progresso?
Só me viu mais sorte
Mais uma vez com a Tasha e Tracie
Contando uma loja
Dona do meu pé pro corno
Quanto mais treino, mais eu tenho sorte
Cala a boca desse estraude, virou meu esporte, hm, virou meu esporte
Restaurante caro, porque nós pode
Gastei com a unha, passo no shopping
Só pra relaxar, vou tacar marcha pro literal norte
Brinco de ouro, bolsa importada
Cada passo que eu dou é uma virada
Tô vivendo tudo aquilo que eu sonhava (tudo aquilo que eu sonhava)
Restaurante caro, porque nós pode
Gastei com a unha, passo no shopping
Só pra relaxar, vou tacar marcha pro literal norte
Brinco de ouro, bolsa importada
Cada passo que eu dou é uma virada
Tô vivendo tudo aquilo que eu sonhava (tudo aquilo que eu sonhava)

Movimento traz movimento
Nesse momento, só no futuro cê vai entender
Tem que ter base pra manter
Decepção serve pra aprender
Pra muitos é pouco
Tem no cofre, tem no forro
O que eu tenho não é dos outros
Que luz no pescoço, cara de mal, de pene no rosto
Renencio, Dom Perreão
Cartão black, no sobretão
Raspa na norte, depois na sul
As mina diferente, nós não é comum
E nós sabe, ele é puta
Se nossa casa é pura, nós não é eles, não confunda (não confuda)
Pra você não estar sem sinal, sem telefone, cê está bebendo, nós é a fonte
Fazendo tanto vento, a seu cabelo e cai com a Nath fazendo sincronia
Pior que amanhã, bem melhor que ontem
Chefe já na cobertura
Com o bolo no bolso, e o meu respeito na rua
É cereja do bolo, vale mais que ouro
Muito mais que ouro, aham, aham

De novo, de novo, de novo, chefe já na cobertura
Com o bolo no bolso, e o meu respeito na rua
É cereja do bolo, vale mais que ouro
Muito mais que ouro

A faixa é rica em gírias e expressões que contextualizam o universo do trap: “ronca de BM e Coupé” evoca o som de carros de luxo e status; “chefe já na cobertura” e “bolo no bolso” celebram o auge do sucesso financeiro. “Barulhar nessa city” significa fazer barulho e impacto na cidade; “torro” descreve algo ou alguém desejável e de alta qualidade. “Fecha camarote” aponta para a exclusividade de dominar uma área VIP, enquanto “contando uma loja” indica somar grandes quantias de dinheiro. A expressão “dona do meu pé pro corno” é um brado de empoderamento e desprezo por opositores, e “cala a boca desse estraude” mira nos críticos ruidosos. “Tacar marcha pro literal norte” simboliza partir para uma viagem distante; “luz no pescoço” e “cartão black” representam a ostentação de joias e acesso financeiro. “Raspa na norte, depois na sul” exemplifica a expansão de negócios ou influência, e “mina diferente” elogia uma mulher que se destaca. Por fim, “ele é puta” é um insulto para pessoas falsas ou fracas.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música