Descrição

A faixa desenha um cenário de paixão conturbada, onde a espera e a desilusão se entrelaçam com um amor de limites incertos. O eu-lírico expõe a dor de ser incompreendido, revelando um lado complexo, quase ‘pisco’, e sua faceta ‘bandido’, enquanto anseia pela verdade da parceira. Há uma tensão constante entre o apelo da vida nas ruas e o desejo por uma conexão genuína, que ele percebe envolta em ‘marra’. Ele busca clareza: seria sentimento real ou apenas palavras passageiras? A música se desenrola entre promessas de lealdade e a busca por propósito, marcado pela presença na ‘pista’ e a ânsia por ‘levantar a taça’, refletindo um coração dividido entre a turbulência externa e a busca por um refúgio amoroso.

 

Yeah, te esperei daqui tava marcando pra tu passar, mas tu nem passou
Eu vou fazer o que se hoje eu não vou nem te ver
Como se isso fosse amor
Mas não é amor eu
Vejo que meu lado pisco some na tua frente
Às vezes até eu tenho medo da minha própria mente
Mesmo te dando mil motivos, você não me entende
Eu sou bandido, mas eu preciso de você aqui
Me fala a verdade, baby, eu não quero mentir pra mim
Não quero sair de mim, não quero perder meu tempo
Mesmo que eu não seja exemplo

As ruas tão me chamando lá fora
As ruas tão me chamando agora
Mas eu não posso recuar, meu amor
Às vezes eu não posso te esperar
Porque se eu tiver na chuva, chuva
Tu tá na chuva pra se molhar
Mas se eu tiver nas suas curva
Nas suas curva, ah

Apenas me fala
Se isso é sentimento ou só são palavras
Que se vai ao vento quando o tempo passa
Que se vai ao vento quando perde a graça
E nós se afasta
Apenas disfarça
Porque você tá cheia de marra
Só brotei na pista pra fazer fumaça
Só volto pra casa se eu levanto a taça
Se eu levanto a taça é porque eu sou de raça
Diz quando você vai ser minha
Eu prometo não te deixar sozinha
Eu prometo que eu tento andar na linha
Eu prometo que você tem a minha palavra

Te esperei daqui tava marcando pra tu passar, mas tu nem passou
Eu vou fazer o que se hoje eu não vou nem te ver
Como se isso fosse amor
Mas não é amor eu
Vejo que meu lado pisco some na tua frente
Às vezes até eu tenho medo da minha própria mente
Mesmo te dando mil motivos, você não me entende
Eu sou bandido, mas eu preciso de você aqui
Me fala a verdade, baby, eu não quero mentir pra mim
Não quero sair de mim, não quero perder meu tempo
Mesmo que eu não seja exemplo

As ruas tão me chamando lá fora
As ruas tão me chamando agora
Mas eu não posso recuar, meu amor
Às vezes eu não posso te esperar
Porque se eu tiver na chuva, chuva
Tu tá na chuva pra se molhar
Mas se eu tiver nas suas curva
Nas suas curva, ah

(Gostosas ouvem Tz)

Na faixa, “pisco” parece ser uma abreviação para um lado mais intenso ou até um pouco ‘psico’, indicando uma personalidade complexa. O termo “bandido” é usado para descrever alguém com uma postura de rua ou envolvido em atividades que fogem do convencional, sem ser necessariamente literal. Já “marra” se refere a uma atitude de superioridade ou arrogância. Quando ele diz “brotei na pista pra fazer fumaça”, significa que ele apareceu para causar impacto ou chamar atenção no ambiente, enquanto “levantar a taça” simboliza a celebração de uma vitória ou sucesso. Por fim, “sou de raça” exalta uma origem forte, garra e determinação para conquistar seus objetivos.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música