Descrição

A faixa mergulha na complexidade de uma vida dividida entre o anseio por um amor e as implacáveis responsabilidades das ruas. De um lado, o eu lírico sonha em conquistar uma garota com gestos clichês de romance, como serenatas à luz da lua. De outro, ele é constantemente puxado para o “corre”, para os “negócios” que garantem seu pão e seu lugar. A letra transborda a mentalidade de quem faz seu próprio dinheiro, um verdadeiro “money man” que transforma “gramas” em “cem” e conquista respeito. Há uma reflexão sobre a importância de sua arte, a irrelevância da opinião alheia e a fé que o mantém de pé, mesmo diante da inveja e das conspirações que acompanham a fama, questionando se tudo não passa de um sonho.

 

Eu vi (eu vi), yeah
Você passando lá (passando lá)
Me fala seu celular, gata
O que eu faço pra te conquistar? (o que?)
Faço uma serenata?
Quer me ver de madrugada na sua janela? (sua)
Tipo um conto de fada ou cena de novela

Antes disso acontecer, eu tenho que voltar pras ruas
Tenho algo a fazer, responsas que não são suas
Se os negócios me chamam, então eu tenho que ir
Tenho que ir, tenho que ir, tenho que ir, tenho que ir
Mano, essa é minha arte, não é pra tu vim falar mal ou bem
Sua opinião, de onde tu tá, não importa pra ninguém
Se eu fiz o dinheiro nas ruas, eu sou um money man
É normal tu querer questionar o que você não tem
A minha mente pensa com essas gramas (ela pensa bem)
Conquistei o respeito nas ruas, isso é um real trem
Multiplicando uma por uma, eu faço virar cem
Multiplicando a cultura, eu agradeço a quem? (Deus)
Eu mantive a fé, por isso ainda tô de pé
Eu fiz a, eu fiz a grana, aham
Só pra não me preocupar com o dia de amanhã
E ver vários conspirar, isso é a fama, aham
Ou eu posso acordar e ver que eu tava sonhando

Eu vi (eu vi), yeah
Você passando lá (passando lá)
Me fala seu celular, gata
O que eu faço pra te conquistar? (o que?)
Faço uma serenata?
Quer me ver de madrugada na sua janela? (sua)
Tipo um conto de fada ou cena de novela

Tá eu e a noite
Mas era pra tá eu e você (eu e você)
Nos dias de hoje
Tu confusa entre o amor e o prazer (não dá pra entender)
Eu vou te trazer um buquê de flores
Colorido com todas as cores (você vai ver)
Com sorriso pra curar suas dores, é
E feridas de falsos amores, né
(Eu vi)

A letra utiliza termos como “negócios me chamam”, que indica o envolvimento com atividades de rua que geram lucro, e “money man”, descrevendo alguém que faz dinheiro, muitas vezes no submundo. A menção a “gramas” se refere a quantidades de substâncias ilícitas, evidenciando o comércio. “Real trem” é uma expressão para algo autêntico e de valor verdadeiro no contexto das ruas. A frase “multiplicando uma por uma, eu faço virar cem” simboliza a habilidade de transformar pequenas quantidades em grandes somas de dinheiro através da venda. Por fim, “conspirar” é usado no sentido de tramar ou agir secretamente contra o sucesso do eu lírico.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música