Descrição

Essa faixa mergulha na mente de alguém que caminha pelas ruas do Rio, um palco de “guerra” onde ele se tornou “frio”. A letra tece uma narrativa de superação e foco, onde o protagonista reconhece o vazio no peito, talvez resultado de um passado distante, mas se mantém inabalável diante dos que tentam o cercar – seja para iluminar ou para subtrair sua essência. Ele se posiciona como um mestre, oferecendo uma “aula” para quem observa. Entre desafios mentais que a “fumaça ameniza”, a determinação prevalece. O refrão potente reforça a ideia de que, mesmo com a multidão ao redor, ele mantém sua visão clara e seu ritmo imbatível. É um hino de ascensão, de alguém que lapida tesouros com a mente, vê sua “tropa” triunfar, e multiplica suas conquistas sob o brilho da lua. A canção celebra a resiliência e a vitória conquistada.

 

(Tz da Coro)

Baby, baby
Posso contar quantas vezes
Do meu lado tu esteve
Quantas vezes
Quantos meses
(Agora) o pente tá cheio
E o coração vazio
Vazio, vazio
Pelas ruas do Rio
Na guerra, eu sou frio

Vários que vêm pra cercar
Pra me iluminar ou tentar roubar minha alma
Todos ao redor, mas eu não vejo nada
Aprende a jogar, senta e assiste minha aula, oh
Vários que vêm pra cercar
Pra me iluminar ou tentar roubar minha alma
Todos ao redor, mas eu não vejo nada
Aprende a jogar, senta e assiste minha aula, oh

Quase morro pra minha mente
Fumaça ameniza
Só isso tá adiantando ultimamente
Sempre cem bala contada no pente
Mantenho meu ritmo, da Coro, anos à frente
Mas o tempo passa rápido, e eu só te deixo velho, eu sei
Será que o TZ é mágico? Como faz isso acontecer?
Vários que não desacreditou
Mesmo assim foi preciso eles ver
Rimando eu vomito ouro, da Coro só lança hino
Mente lapida o tesouro, ver minha família sorrindo
Minha tropa tá reinando, se acostuma
A luz da Lua, nós lucra e fuma, ah
Eu tô multiplicando uma por uma
Fazendo a nota, jogando tudo pro alto (Tz)

Vários que vêm pra cercar
Pra me iluminar ou tentar roubar minha alma
Todos ao redor, mas eu não vejo nada
Aprende a jogar, senta e assiste minha aula, oh
Vários que vêm pra cercar
Pra me iluminar ou tentar roubar minha alma
Todos ao redor, mas eu não vejo nada
Aprende a jogar, senta e assiste minha aula, oh

Na faixa, “pente tá cheio” e “cem bala contada no pente” são expressões que, metaforicamente, indicam estar preparado, ter recursos e prontidão para qualquer situação de conflito ou desafio. “Na guerra, eu sou frio” usa “guerra” para representar a batalha diária ou a competição no ambiente das ruas ou na indústria musical, e “frio” para descrever uma postura calculista e inabalável. “Vomito ouro” é uma metáfora poderosa para a qualidade e o valor inestimável das rimas ou pensamentos proferidos. “Tropa” designa o grupo de amigos ou a equipe que acompanha o artista, sua crew leal. Por fim, “fazendo a nota, jogando tudo pro alto” refere-se a ganhar dinheiro e celebrar o sucesso ostensivamente, muitas vezes associado ao ato de arremessar cédulas para o ar.

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