Descrição

A faixa mergulha no dilema de um protagonista que se vê dividido entre duas mulheres, cada uma com seu charme único. Ele navega entre a culpa e a aceitação de suas escolhas, num vai e vem de sentimentos e encontros. Enquanto uma o atrai pelo beijo e uma conversa mais calma, a outra seduz com sua dança envolvente e atitude mais intensa. Há um conflito interno palpável, onde a sinceridade se mistura com a vida dupla e os momentos de luxo, como um Porsche e joias, parecem contrastar com a confusão emocional. É um retrato sincero e um tanto caótico de quem se encontra numa encruzilhada amorosa, sem conseguir decidir qual caminho seguir, assumindo as consequências de suas indecisões.

 

Duas mulheres
Eu não sei quem eu escolho
Se eu como uma, lembro do beijo da outra
Eu tô na dúvida, eu assumo minhas responsas
Nunca fui santo, mas eu sempre fui sincero

Qual que vai ser agora
Ela me usa e joga fora
Uma senta, a outra rebola (tá difícil escolher)
Traição não é a palavra
Eu não sei se eu tô errado
Mas eu me sinto culpado (por não saber o que fazer)
Louca, me liga na madrugada e eu tô com outra
Deu minha cota eu preciso correr
Sempre tem piranha pra nós comer

Duas mulheres
Eu não sei quem eu escolho
Se eu como uma, lembro do beijo da outra
Eu tô na dúvida, eu assumo minhas responsas
Nunca fui santo, mas eu sempre fui sincero

Não sei se passo o endereço da minha casa
Mas sempre que eu marco com uma, a outra me chama
Querendo fuder, se envolver, sem saber porquê
Mas só quer viver inventando mentiras pra me ver
Minha vida dupla, confesso, às vezes me assusta
Transo em casa a noite, de dia na rua
Na Porsche Coupe, ouro rose, no pulso Cartier
Mas só quer viver inventando mentiras pra você

Foda é que o beijo dela é bom (calcinha no chão)
E a outra sentando é sem igual (toda sensual)
O papo com uma é mais calminho (fica de amorzinho)
E a outra vem pagar de surtada (na cama e safada)
Se joga, se solta
Deixa eu te sentir
Se joga, se solta
Se joga, se solta
Deixa eu te sentir
Se joga, se joga

Duas mulheres
Eu não sei quem eu escolho
Se eu como uma, lembro do beijo da outra
Eu tô na dúvida, eu assumo minhas responsas
Nunca fui santo, mas eu sempre fui sincero

(Duas mulheres)
(Eu não sei quem eu escolho)
(Se eu como uma, lembro do beijo da outra)
(Eu tô na dúvida, eu assumo minhas responsas)
(Nunca fui santo, mas eu sempre fui sincero)

Na faixa, “responsa” é uma forma abreviada de responsabilidades ou consequências. A expressão “deu minha cota” indica que o eu-lírico chegou ao seu limite ou já teve o suficiente de uma situação. “Piranha” é utilizada como um termo pejorativo para descrever uma mulher promíscua. “Pagar de surtada” significa agir de maneira dramática ou emocionalmente desequilibrada. “De amorzinho” descreve um comportamento carinhoso ou romântico, enquanto “calcinha no chão” sugere uma situação de intimidade sexual. Além disso, a menção a “Porsche Coupe, ouro rose, no pulso Cartier” não são gírias, mas termos culturais que simbolizam ostentação e um estilo de vida de luxo, elementos comuns na narrativa do trap.

PRÓXIMA MÚSICA:

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