Descrição

A faixa pulsa com a energia de quem entende o jogo da vida e da música. O eu lírico compartilha sua jornada, destacando a importância da autenticidade e da resiliência em um mundo cheio de quem tenta e desiste. Há uma clara declaração de propósito, onde o trabalho e o prazer se misturam na busca por um lugar de destaque que sempre foi seu por direito. Entre versos afiados e celebrações com champanhe, a letra exalta a força de quem não teme os desafios, valoriza a lealdade dos amigos e transforma cada rima em um legado. É um brinde à persistência, à visão de mundo de quem joga limpo e à certeza de que o sucesso é fruto de amor e dedicação à própria arte.

Ôôuô ôôôô
Ôuô ôôôô
Ôôuô ôôôô
Tudo bom
Mão Lee no beat
Tey, tey, tey, tey, tey, tey !

Enquanto eles vão, vivaz tá voltando
Sabendo dizer sim e não pra continuar voando
Mano é vida de Mc
Eu não trabalho pra me divertir, me divirto trabalhando

 

Rindo de quem acha que entende
Eu sou apenas eu e é por isso que vende
Da norte a sul, irmão
Pau no cu de quem não tem culhão pra ser transparente

 

Otário cai, sagaz fica
Onde tiver que ir a gente vai sem medo da vida
Rima navalha, pique vivaz
Foda-se quem fala, um brinde pra quem faz

 

Sigo contornando as crises
Malandro aqui nasceu pra ser estilo livre
Na verdade eu não quero ganhar
No fundo eu só quero alcançar o tamanho que eu sempre tive

 

Princesa me acompanhe, se derrame
Com taças pro ar, celebrar
Na cama tem mais champanhe

 

Não sei onde é que isso vai dar
Nem tô aqui pra responder, eu vim pra perguntar
TTK nemá é da onde eu vim
Você não gosta de mim, mas sua mina gosta

 

A rejeição é o drama
Quem é aceito aceita, quem não é aceito questiona
Psicopata na trama, mente sinistrona
Jogando o jogo por amor e grana

 

Rala cuzão
Tu não aguentaria nem um dia na minha função
Na missão dando o sangue
Me jogaram na malandragem, irmão, eu voltei liderando a gangue

 

Agradeço aos camaradas
Que enxugaram minhas lágrimas, me acalmaram na raiva
Me entenderam, me compreenderam
A todos que me defenderam aonde eu não tava

 

Mato e morro por isso
Minhas rimas são como árvores, filhos, livros
Que me rendem cédulas, me fazem rico
Quanto mais séria fica a brincadeira mais eu me divirto

 

Princesa, me acompanhe, se derrame
Com taças pro ar, celebrar
Na cama tem mais champanhe

Na cama tem mais champanhe

A faixa apresenta termos como ‘Mão Lee no beat’, que se refere ao produtor musical responsável pela batida, e ‘Tey, tey, tey’, uma interjeição de energia e empolgação comum no universo do trap. O termo ‘vivaz’ é usado para descrever alguém esperto, astuto e sempre atento. A expressão ‘culhão’ aparece para denotar coragem e ousadia. ‘Rima navalha’ significa rimas afiadas e precisas, enquanto ‘pique’ é utilizado no sentido de estilo ou maneira. ‘Estilo livre’ reflete a liberdade de ser e criar, sem seguir padrões. Já ‘mente sinistrona’ descreve uma mente muito poderosa, astuta ou impressionante. Por fim, ‘rala cuzão’ é uma expressão forte para mandar alguém se esforçar bastante ou sair, com um tom provocador.

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