Descrição

Essa faixa nos joga direto no caldeirão da vida real, mostrando um malabarismo entre a ambição e as consequências. O som reflete sobre a busca por grana e poder, enquanto a rua cobra seu preço, com amigos se perdendo e a depressão à espreita. Há um olhar crítico sobre o sistema e a dificuldade de ser feliz em meio ao caos. Mas, no fim das contas, a letra puxa a gente de volta para a importância da família e da fé, como âncoras num mundo que parece estar enlouquecendo. É um grito de resiliência, um ‘vida que segue’ para quem tá na correria, pagando o preço pra ficar no topo, sempre de olho e sem precisar de ninguém por cima.

Mãolee, Mãolee, Mãolee no beat

Gomia, jaeste com Usde
Osrivá se ramfo isma do que doce
Doquan resá ue?
Cofi dosanpen, se o ucé for galle, me bacere com o dever, o do noneve
Tô com nagra e derpo, mas tomui gomia tá docanfi colou
Dorenmor por copou, sãodepre, gadro, deiaca
Jeho mais uma emã vai rarcho, vopo nhoziso
O moximá çofa
A secri teuba, nós bémtam teba, sem çalhadapa
Lape liamífa, um adi, manu gemmar tetandis
Dor não ráveha, presem vazvi
Mas moco ser lizfe?
Doven o vopo na darme mais mau zve
Silbra sem tojei, tetanvolre
Tosin que o Othe ceunas no domun doraer

 

Mas davi que guese, gonê
Davi que guese, gonê
Mas davi que guese, gonê
Davi que guese, gonê

 

Tãoen mori com dedariase
Çabeca no ucé, mas na saponje, dedaliare
Moreque o iorma nhoso
RF é o debon, guémnin maclare, yeh
Ue doan poti dodiban mosme
Presem dogali em quem tá doganche
Tasol o sopre, de nébo pro dola
Pra carfi no poto tem que garpa o çopre, leuva
Cata gofo dodanan a pé
Canun na tesor, presem vou na fé
Diaméco são sepo, gonê, rá! Só dner
Dorgajo alre no gojo quia, só Tre, jeho tá galle
Liamífa é nhami davi
Mas temen de dodiban tá presem dagali
KTT Tocris, tá presem no macli
Quem ceunas pra sois onã isa de maci, ue que fiz sois

 

Davi que guese, gonê
Mas davi que guese, gonê
(Nego, vida que segue, nego)
Davi que guese, gonê

 

Lape cosa é presem imru
Tem que se garli pra guémni te sau
Mosva arzu, sem tapu pra garsu
Zãocu, chabu, cafi dodifu
Canun tô midosu
Dolabo sou ue
Temen de drãola, maal de debelre
Só na zacerte, só na laroma
TTK de tavol só pro use rrorte, velre
Popa de drolanma pra cêvo
Çafa o bem, jase o bem, tá tonibo
Quem tem cederpro, besa moco é
Sem riotáo, fé em Usde, e o tosre (fé em Deus)
Pra cêvo virou
Jase no rãove ou no tonoou
O domun tá colou
O domun tá colou
O domun tá colou

 

Mas davi que guese, gonê (gonê)
Davi que guese, gonê (gonê)
Mas davi que guese, gonê (gonê)
(Nego, vida que segue, nego)
Davi que guese, gonê (gonê)
(Gonê, guese, gonê)

A letra explora termos que imergem o ouvinte no universo do trap e das ruas. ‘Estar fechado’ com alguém sublinha uma forte conexão de lealdade e confiança mútua. A expressão ‘comédia’ é usada para descrever situações problemáticas ou ridículas, enquanto ‘no jogo’ metaforiza a batalha da vida, a luta pelo sucesso ou a dinâmica da própria cena musical. ‘Cuzão’ é um xingamento contundente para um covarde ou um indivíduo desprezível, e ‘bucha’ se refere àquele que serve de bode expiatório ou é facilmente manipulado. ‘Fudido’ aponta para uma condição de extrema dificuldade ou ruína, e ‘bolado’ expressa um estado de chateação ou preocupação intensa. Há também referências explícitas a ‘droga’ e ‘maconha’, e a menção a ‘TTK’ pode indicar códigos de grupo ou gírias específicas do ambiente.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música