Suor e Lágrima

Descrição

A faixa mergulha na jornada de superação e ascensão de um indivíduo que, com muito suor e lágrimas, conquistou sua força e posição. A letra narra a realidade de quem aprendeu nas ruas, sem atalhos, e hoje administra o próprio “corre” e as adversidades da vida. Há um forte senso de autossuficiência e desconfiança, evidenciando que poucos foram os verdadeiros aliados. A narrativa celebra a vitória sobre as dificuldades, a construção de um legado que até os “haters” precisam reconhecer. A fé em algo maior e a vigilância constante contra os inimigos são pilares que garantem a proteção e a manutenção do status alcançado, refletindo a postura de quem está sempre atento e pronto para o que der e vier. A presença marcante e a exibição de poder são traços inegáveis da sua caminhada.

Ret!

Muito suor e lágrima pra hoje nós tá fortão
Conta nos dedo quantos realmente se importam
Astuto, arguto
Yo, sem falha
Bitch, sente meu cordão bater na tua cara

 

Administrando o corre, administrando as crise
Controlando o dote, controlando as bitch (bitch)
O mundo roda-roda, nós marola-rola
Nós é a história até os hater hoje admite

 

Sem macete
Fiz escola, minha fé embala
K de Catete, G de Glória, L de Lapa
Carrego nessas linha o cheiro dessas esquina
Reunião de pichador, nós tacava tinta

 

Com a fé em Deus de quem tá no plantão
Armas de fogo não me alcançarão (não me alcançarão)
Não vou abrir guarda pra esses cuzão (não vou abrir guarda pra esses cuzão)

 

Com a fé em Deus de quem tá no plantão
Armas de fogo não me alcançarão (não me alcançarão)
Não vou abrir guarda pra esses cuzão

A letra utiliza expressões como “o corre”, que se refere à rotina de trabalho, os negócios e a vida atribulada. “Marola-rola” sugere a habilidade de navegar pelas situações de forma fluida e astuta, enquanto “sem macete” reforça a ideia de conquistar objetivos sem usar atalhos ou truques. As menções a “K de Catete, G de Glória, L de Lapa” indicam bairros cariocas, contextualizando a origem e a vivência do narrador nas ruas da cidade. “Pichador” e “tacava tinta” remetem à cultura da pichação, um tipo de marcação urbana característica, e “plantão” denota uma postura de constante vigilância e prontidão.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música