Descrição

A faixa mergulha na complexidade de alguém que, cansado de desilusões amorosas, decide se isolar e evitar novos laços. Contudo, essa resolução cai por terra de forma avassaladora. O eu-lírico confessa que, contra sua própria vontade, se viu novamente apaixonado. A letra explora essa rendição repentina, descrevendo vividamente a intensidade e a sensualidade de uma mulher que o conquistou completamente. A narrativa se foca na performance dela durante o ato sexual, com movimentos que o deixam hipnotizado e totalmente entregue ao prazer. É uma jornada que vai da vulnerabilidade inicial à entrega total à atração física e à figura poderosa dessa mulher.

Quantas vezes eu quebrei meu coração
Só não querendo quebrar o coração de alguém?
Eu sei que isso é difícil
E ficar sozinho foi a minha escolha
Mas, eu falhei
Eu preciso confessar uma coisa

 

(I’m in love)

 

Tô amando de novo
E nem tava querendo me entregar pra safada
Mas é que ela me pegou dum jeito
E eu me apaixonei na sua sentada

 

Foi toma, que toma, que toma e não

 

Na ponta ela fica, ela trava, vai
De costas, me olha na cara
Desse jeito, acaba com o tralha
Toma, que toma, que toma e não
Acaba com o tralha (ai)

 

Na ponta ela fica, ela trava
De costas, me pedindo tapa
Vai, cavalga, canalha
Vem, do jeito que achar necessário
Vai, por cima, depois ao contrário
Tô amando ver esse cenário
Traz aquele que nós fuma vários

 

Sua bunda eu vou botar num quadro (ai)
Com essa cavala no quarto
Desse jeito eu me apaixono fácil

 

Toma, que toma, que toma e não para
Na ponta ela fica, ela trava (ai)
De costas, me olha na cara
Desse jeito, acaba com o tralha

 

Toma, que toma, que toma e não para
Toma, que toma e não para
Toma, que toma, que toma e não

 

(I’m in love)

 

Toma, que toma, que toma e não para
Toma, que toma e não para
Toma, que toma, que toma e não para
De costas, me pedindo

A música emprega termos como “safada”, que se refere a uma mulher com sexualidade livre e sem inibições; “sentada”, alusão a um movimento de dança ou ato sexual provocante; “tralha”, que, neste contexto, pode ser uma forma carinhosa ou autodepreciativa de se referir ao eu-lírico, indicando que ele foi dominado; “cavalga”, que descreve a mulher estando por cima durante o ato sexual; “canalha”, usado aqui de forma instigante ou para descrever um comportamento selvagem; “cavala”, gíria para uma mulher muito atraente e com corpo voluptuoso; e “traz aquele que nós fuma vários”, uma clara referência ao consumo de maconha, presente no cenário trap.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música