Descrição

A faixa mergulha fundo num cenário de encontros quentes e sem amarras. A narrativa gira em torno de uma mulher que usa desculpas esfarrapadas, como esquecer um brinco, para voltar sempre em busca de mais intimidade. O eu lírico, esperto, sabe das intenções dela, mas decide entrar no jogo, aproveitando a intensidade do momento. A música descreve uma relação onde a atração física é o foco principal, e a ideia de romance ou compromisso é deixada de lado. É uma celebração do prazer sem culpa, onde a química e a explosão de sensações ditam o ritmo, transformando cada encontro em uma experiência explosiva e viciante para ambos, reforçando que o que importa é a conexão carnal e a satisfação mútua. A letra pinta um quadro vívido de desejo e cumplicidade na bagunça.

 

Com essa lingerie, você fica tão sexy
Fica mais ainda quando você desce pra eu ver
E eu não sou seu ex
Esqueceu seu brinco
Só pra voltar mais uma vez

(Ahn, ahn, ahn)
Só pra voltar mais uma vez
(Ahn, ahn, ahn)
Deu a desculpa do brinco (oh)
(Ahn, ahn, ah)
E ela acha que eu não vou saber (uuh)
(Ahn, ahn, ah)
Só que eu finjo que acredito

Sabemos que ela é um mau caminho
Quer só mais um pouquinho
Jogou fogo na lenha só pra ver se eu pilho
Quase me pedindo um filho
Chamando de slime e mostrando seu ninho

Todo lugar me leva pro cantinho
Eu bebendo lean, e ela bebendo vinho
Pode até parecer, mas nunca tô sozinho
Esqueceu o brinco, vem esquecer a xota

Pra ela, o motivo não importa
Importante é quando o quarto poca
Sua face, enquanto a gente vê
Só vê o quanto maconha nós solta
Prende com a perna e não me solta
Melodias, quando ela brota
Faz magia aos poucos ela se solta (oh)

Com essa lingerie, você fica tão sexy
Fica mais ainda quando você desce pra eu ver
E eu não sou seu ex
Esqueceu seu brinco
Só pra voltar mais uma vez

(Ahn, ahn, ahn)
Só pra voltar mais uma vez
(Ahn, ahn, ahn)
Deu a desculpa do brinco (oh, ah)
(Ahn, ahn, ah)
E ela acha que eu não vou saber (uuh)
(Ahn, ahn, ah)
Só que eu finjo que acredito

Eu cansei de brincar já faz tempo
Suas palavras foram com o vento
Você vem flexionando lento
Deixo a baby me fazer de assento

Gosto que tu não esconde se tá na vontade
Nem hesita, já vem na maldade
Me avisa se tá na cidade
Não se importa de me encontrar tarde

Eu não sou qualquer um, e por isso tu volta
Você fica me olhando, então por que não se solta?
E eu sei que tu não quer falar de amor

Se eu te encontro, é sempre a mesma coisa
Os dois tão só querendo que se foda
Tudo se resolve se tu tira a roupa

(Ahn, ahn, ahn)
Só pra voltar mais uma vez
(Ahn, ahn, ahn)
Deu a desculpa do brinco (oh)
(Ahn, ahn, ah)
E ela acha que eu não vou saber (uuh)
(Ahn, ahn, ah)
Mas eu finjo que acredito

Ei, se concentre no agora, garota
Vou te dar tapa na cara e na polpa
Lingerie preta, ela já tá sem roupa

Esqueceu o brinco pra voltar de novo
Ela quer sentar de novo, de novo, de novo, de novo e de novo
Viciada na minha (ahn, yeah)
Viciada na minha (ahn, ah)

Com essa lingerie, você fica tão sexy
Fica mais ainda quando você desce pra eu ver
E eu não sou seu ex
Esqueceu seu brinco
Só pra voltar mais uma vez

(Ahn, ahn, ahn)
Só pra voltar mais uma vez
(Ahn, ahn, ahn)
Deu a desculpa do brinco (oh, ah)
(Ahn, ahn, ah)
E ela acha que eu não vou saber (uuh)
(Ahn, ahn, ah)
Só que eu finjo que acredito

A expressão “desce pra eu ver” insinua um movimento de dança sensual ou de rebolado, como o twerk. “Pilho” significa ser instigado, atraído ou engajado em algo. “Slime” é um termo de carinho ou para se referir a alguém próximo, com um toque de desejo ou admiração pela pessoa. “Ninho”, neste contexto, é uma metáfora para a genitália feminina, um lugar íntimo. “Quarto poca” descreve um ambiente que “explode” ou fica intenso e vibrante, geralmente em referência à energia sexual. “Maconha nós solta” refere-se ao ato de fumar e exalar a fumaça de maconha. Ser “assento” para a baby é uma forma eufemística de descrever o ato sexual, onde a mulher se senta sobre o parceiro. “Vem na maldade” indica uma aproximação com intenções provocativas, sedutoras e talvez um pouco subversivas. “Que se foda” expressa indiferença ou desapego em relação a preocupações. Por fim, “polpa” é um termo para se referir às nádegas.

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