Descrição

A faixa mergulha na complexidade de um relacionamento viciante e tumultuado, onde a falta de tempo do eu-lírico colide com a intensidade da paixão. Apesar de pedir desculpas pelo sumiço e pela incapacidade de se dedicar, ele reconhece a conexão como um “vício” do qual não consegue se libertar, resultando em um ciclo de recomeços. Em meio a esse dilema, o desejo de escape e a busca por momentos de prazer e ostentação se manifestam, seja numa Porsche Macan ou na intimidade do toque. Há uma dualidade entre a atração avassaladora e a necessidade de racionalidade, enquanto ele se afirma como “original” em contraste com as “fake” influências externas. A música é um retrato sincero de um amor que é ao mesmo tempo refúgio e fonte de conflito.

 

Desculpa o meu sumiço
Eu não tenho tempo pra nós
Mesmo sendo o meu vício
Eu te dei uma chance e no final
Nós voltou pro o início (pro início, pro início, pro início)
No final, no final (final)

Me dá uma chance pra te levar embora hoje (hoje)
Até esqueço dos problemas
Se eu fui triste, eu não me lembro
Sua pele macia, o seu beijo molhado
Eu adoro, eu adoro (hey)

Numa Porsche Macan, fumando um do marrom (marrom)
Nem no meu sonho mais bonito ia ter a sensação (sensação)
Pra quê esse batom? (Batom)
Eu vou borrar toda a sua make (make)
Foda-se esses mano fake (fake), eu sou original

Desculpa o meu sumiço
Eu não tenho tempo pra nós
Mesmo sendo o meu vício
Eu te dei uma chance e no final
Nós voltou pro o início (pro início, pro início)
No final, no final (final)

Ela mexe a bunda, eu penso uau (uau)
Eu sou cachorro, passo mal
Não sei dizer qual é a dela (dela)
Tenho que ser racional (nal, nal, nal, nal)
Mas tudo que eu faço me lembra você, me lembra você

Numa Porsche Macan, fumando um do marrom (marrom)
Nem no meu sonho mais bonito ia ter a sensação (sensação, uoh)
Pra que esse batom? (Batom)
Eu vou borrar toda a sua make (make)
Não ligo pros mano fake (fake), eu sou original

Desculpa o meu sumiço
Eu não (desculpa) tenho tempo pra nós
Mesmo sendo o meu vício
Eu te dei uma chance e no final
Nós voltou pro início (pro início, pro início, pro início)
No final, no final (final)

Desculpa o meu sumiço
Eu não tenho tempo pra nós
Mesmo sendo o meu vício
Eu te dei uma chance e no final
Nós voltou pro o início
No final, no final

Na música, algumas gírias e expressões reforçam a atmosfera do trap: “fumando um do marrom” indica o ato de fumar um cigarro, geralmente de maconha, especificamente referindo-se a haxixe ou uma erva de qualidade inferior. A expressão “mano fake” alude a pessoas falsas ou inautênticas, um tema recorrente onde o eu-lírico se posiciona como “original” em contraste. Já “eu sou cachorro, passo mal” é usada para descrever uma intensa atração ou desejo sexual, sugerindo que ele fica “louco” ou “passa mal” de tanto desejo pela pessoa.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música