Descrição

A faixa é um hino de autoproclamação vindo da “quebrada”, narrando a ascensão de quem se manteve autêntico. O som é um aviso aos fofoqueiros e exibidos que só falam, mas não agem. A letra celebra a prosperidade e o reconhecimento conquistados, com o narrador desfrutando dos prazeres da vida e atraindo olhares por onde passa. Há uma clareza em diferenciar os verdadeiros dos “fakes”, reforçando a lealdade às raízes. Nos relacionamentos, a postura é de desapego, especialmente com “patys” que fingem interesse. No fim, a mensagem é clara: sucesso é para quem rala e a rua tem suas próprias regras, onde todos são cobrados. É sobre quem você é de verdade e de onde você veio.

 

Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah, yeah
Isso é som de malandro, isso é som de maloca
Oh, oh, oh, oh (versão brasileira), yeah, yeah (hey, Greezy)
Ahn, yeah, é o Danzo

E se for vim falar de mim, melhor falar na cara
Memo eu não querendo buxixo, sem medo dos cara
Que mete mala, que fala pra carai e não é nada
Várias mancada, de uma cota não vai na quebrada
E é nós que vai protagonizar esse jogo
Fumando da melhor, sente o peso no olho
E quem não tem colírio, é óculos escuro
Quando ela vê passando, chega puxa o zoom
(Yeah, yeah, yeah)

Bate o reconhecimento e já vem puxando assunto
Quer os cara do momento, já foi de um por um
Entre o amor e o dinheiro eu vou nas nota azul
Pra não manchar meu nome, eu sempre tô nas ruas
Eu fisgo essas piranha com cartão no anzol
Vejo os que me tirou escutando meu som
Uns que já virou fã, outros sem pretensão
Pode falar o que quiser, menos que nós não bom
E essas paty já passou, empinou o nariz na nossa frente
Ahn, ahn, mesmo assim vou te comer, independente
Uh, duas ideinha na sua mente
Yeah, mas não sou o cara pra chamar de seu
Perita no assunto de fingir que gosta
Eu de que acredito que tô esperando sua resposta
É sem compromisso, mas se quiser minto pra você
Se quiser hoje eu fico, mas amanhã tenho o que fazer (o que fazer)
Resolvendo de uns louco que cita meu nome
Cês fala pra carai, mas cê parou nos quinze anos
Mas sabe, nós é outra fita e se cair na zona
A cobrança é pra qualquer um, foda, se sua grana

E se for vim falar de mim, melhor falar na cara
Memo eu não querendo buxixo, sem medo dos cara
Que mete mala, que fala pra carai e não é nada
Nem bota as cara, de uma cota não vai na quebrada
E é nós que vai protagonizar esse jogo
Fumando da melhor, sente o peso no olho
E quem não tem colírio, é óculos escuro
Quando ela vê passando, chega puxa o zoom
(Chega puxa o zoom)

A música está repleta de termos da cultura de rua e do trap. “Malandro” e “maloca” definem a identidade do artista, um indivíduo astuto vindo da comunidade. “Buxixo” se refere a fofocas e boatos, enquanto “mete mala” descreve alguém que se exibe ou gaba sem ter de fato o que sustente. “De uma cota” indica algo que acontece há muito tempo, e a “quebrada” é o bairro ou a favela de origem. “Nota azul” é uma gíria para dinheiro, especificamente notas de alto valor. A expressão “fisgo essas piranha com cartão no anzol” é uma metáfora provocativa para atrair mulheres interesseiras com poder financeiro. “Paty” é um termo depreciativo para garotas ricas e muitas vezes vistas como esnobes. “Outra fita” significa uma situação ou mentalidade diferente, e “cair na zona” junto a “a cobrança é pra qualquer um” alerta que todos são responsáveis por suas ações e sofrerão as consequências, independentemente de sua posição.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música