Descrição

A faixa nos mergulha numa atmosfera de corre e ostentação, com o refrão “Bateu, fudeu” servindo como um eco constante da imprevisibilidade da vida nas ruas. O eu-lírico navega entre momentos de insegurança e a afirmação de seu poder, sempre ao lado de sua crew e focado em conquistar mais grana. A letra mescla interações com mulheres, referências a armas e ao consumo de drogas, pintando um retrato de sobrevivência e ascensão financeira. Há um tom de superioridade evidente, com provocações diretas a rivais, reforçando a autenticidade e o sucesso construído fora dos caminhos convencionais, em meio a perigos e prazeres intensos.

Bateu, fudeu
Bateu, fudeu
Bateu, fudeu
Bateu, fudeu
Bateu, fudeu
Bateu, fudeu
Bateu, fudeu
Bateu, fudeu

 

Várias madrugas no quarto (Bateu, fudeu)
Várias madrugas nas ruas do bairro (Bateu, fudeu)
Eu fico inseguro, isso que é perigoso (Bateu, fudeu)
Por isso meus mano tão tudo do lado (Bateu, fudeu)
Taco na bitch locona de álcool (Bateu, fudeu)
Ela é baixinha, precisa de salto (Bateu, fudeu)
Um salve pro Gunna, os meninos de Ghana (Bateu, fudeu)
Fazendo mais grana vendendo esse sal (Bateu, fudeu)
Motorcycle (Oh, wey)
A bala bateu, deu medo (Burk)
A bala bateu, deu medo (Bu-bu-bu-burk)
Seus mano caíram no cheiro
 (sniff-sniff, sniff-sniff)
I don’t know, pra essa hoe
(Eu nem, eu nem) Eu nem provo e pego a conta (Nã-nã’)
Muito classe tipo soul
Muito hit tipo Soulja
Racks, racks na mochila
Igualzinho um rich nigga
Tô carregando um pente
Click-click-click, nós atira

Eu tô ganhando dinheiro, de fato
Eu tô gastando dinheiro, de fato
Tô com Lil Fire, tô com Lil Fire
Eu já falei, não assino contrato (Nã-nã-nã-não)
Eu já falei, não assino contrato
Ele fuma esse beck e, de fato, desmaia
Esse moleque tá querendo mídia
Por isso não tira meu nome da boca (Uh-uh)
Nêgo, ‘cê é brega
Nêgo, ‘cê é brega (Uh-uh)
Nêgo, ‘cê é fresco, seus rap me lembra o Rebeldes (Uh-uh)
Fumando a planta que me deixa em outro level (Outro level)
(Uh-uh) Fiz a pura, nêgo, então me leva sério (Leva a sério)
Eu empilho tanto, faço um leque
Nêgo, você é moleque
Nêgo, você é moleque
Nós não, nós não fez ETEC (Nã-nã-não)
Tem pentão de trinta na mala do Ford Edge (De fato)
Nós tá camuflado e olha que nem é do exército (Passo o beck)

 

Passa essas droga, vou deixar entocada
.762, ela estala
Pega essa bala, toma essa bala
Depois que ela bate não vejo mais nada
Uh, viver é muito bom
Encho ela de leite e mando pros alemão
Uh, viver é muito bom
Vão pegar babado pra largar de ser cu’, ih-hi-hi-hi
Uh, viver é muito bom
Encho ela de leite e mando pros alemão
Uh, viver é muito bom
Vão pegar babado pra largar de ser cu’, ih-hi-hi-hi

 

Bateu, fudeu
Bateu, fudeu
Bateu, fudeu
Bateu, fudeu
Bateu, fudeu
Bateu, fudeu
Bateu, fudeu
Bateu, fudeu

A letra está repleta de termos do universo do trap, como “Bateu, fudeu”, que indica consequências imediatas e impactantes, e “sal”, gíria para droga que, junto à menção a “Gunna” e “Ghana”, evoca o comércio ilícito. Expressões como “caíram no cheiro” e “hoe” descrevem o envolvimento com drogas e uma visão depreciativa de mulheres, respectivamente. A ostentação financeira é evidente em “racks” e “empilho tanto, faço um leque”, enquanto a violência aparece em “pente”, “pentão de trinta” e o calibre “.762”, que “estala”. A independência é reforçada por “não assino contrato”, e o desdém por rivais surge em “mídia”, “brega”, “fresco”, “rap me lembra o Rebeldes” e “moleque”. O uso de “beck” e “planta que me deixa em outro level” remete às drogas, assim como “entocada” se refere a algo escondido. “Não fez ETEC” denota uma trajetória de vida fora da educação formal. Por fim, “encho ela de leite e mando pros alemão” é uma frase extremamente vulgar e depreciativa, e “pegar babado pra largar de ser cu’” sugere enfrentar as consequências para deixar de ser covarde.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música