Descrição

A faixa exala a confiança e a ostentação características do trap brasileiro. O eu-lírico se posiciona como um visionário no cenário musical, desfilando um estilo de vida luxuoso e sem preocupações financeiras, onde o preço de nada importa. Ele se gaba de seu sucesso com as mulheres e sua habilidade em dominar as paradas, sempre se mantendo autêntico e sem recorrer a atalhos questionáveis, como a promoção de cassinos. Critica veementemente os rivais que tentam emular seu sucesso, mas falham por falta de autenticidade, “swag” e talento. A narrativa é construída em torno de uma constante comparação, onde a superioridade do protagonista é inquestionável, reforçando sua posição de destaque tanto nas ruas quanto no mainstream, consolidando-se como referência e criador de tendências.

Woah, essa porra é trap brasileiro, meu mano (Woah, woah)
Gang, gang, gang, não brinca (Dre on the, woo)
Woah, woah (Ha)
Woah, woah (Não brinca com a gang, ‘cê sabe, ‘cê não pode)
Woah, woah (Gang, gang)
Woah, woah (Woo, woo, woo)

 

Não passo veneno, eu entro na loja e nem olho pro preço
Woah, woah, ele não é fashion, eu sei que de tarde ‘cê ‘tava de Kenner (Ele não é fashion)
Woah, woah, pega a receita e faz R&B só pra comer buceta (De fato)
Woah, woah, só pra esquentar, novinha me dando de ponta-cabeça (Ê, ê)
Uau, uau, qual que é seu nome? (Ê, ê)
Be-bebê, qual que é seu nome? (Ê, ê)
Fala o que ‘cê quer fumar, hã (Fala), que nós já pega da fonte (Pega da fonte)
Hã, nós te conhece do Insta (Conhece do Insta), no story, a sua bunda gigante (Gigante)
Ela serve pra ser minha amante (Prr)
Minha droga, ela é branca igual Sandy (Ah, ha)
Seus manos ficaram fudido’ porque não faz trap (Uh, porque não faz trap)
Ele tenta, ele tenta, ele tenta, mas nunca consegue (Let’s go, let’s go)

 

Ele tenta, mas nunca consegue (Aham)
Ele tenta, mas não tem swag (Yeah, yeah)
Eu já disse, ele nem chega perto
Tudo que eu falo, meu mano, acontece
Ele tenta, mas nunca consegue
Ele veste designer, ‘tá brega (Yeah, yeah)
Eu mal chego, essa puta me pede
Não é segredo, ela senta pro bloco de chefe (Ahn, ahn, ahn, ahn)
‘Tão vai, um trago no verde (Pull up, pull up)
Pode tentar, mas nós nem compete (Ahn, ahn)
Esse nego já falhou na tese
Não cola com o bando, não cola na sesh (Pull up, pull up)
Qual vai? E eu passando mó fashion (Let’s go, let’s go)
E ele sabe que eu sou a ref’ (Yeah, yeah)
Com meu mano empilhando na sessão
Tanto bloco, parecendo Lego (Let’s go)
‘Tão me fala quem foi que criou
Filho dele, eu sou criador (Yeah, yeah)
‘Tão me fala qual é o seu valor (Yeah, go)

 

‘Tô com diamond, com B.B. Simon, bala e gin
O baiano toma de assalto o mainstream
‘Tô contando os milhão, ‘tô bem novin’
Sem roubar meu fã, sem divulgar cassino
Eu não faço som que vende, como assim? (Ué, yeah)
No último chart, eu ‘tava na frente (Frente)
Todo mundo quer o Ryu na faixa porque viraliza, sempre vira trend (Go)
Yeah, na quebrada eu ‘tô big, nos prédio’ eu ‘tô big, todos ‘cê conhece que o baiano é mídia
Tivesse uma bola de ouro, era minha (Go, ha)
Sorrisão encantando a novinha (Ha)
Eu joguei, eu joguei vinte mil, eu joguei sem contar com a pedra do grills
Cartier, pareço um velho rico
Por isso ela quer fuder comigo
‘Tô com diamond, com B.B. Simon, bala e gin
O baiano toma de assalto o mainstream
‘Tô contando os milhão, ‘tô bem novin’
Sem roubar meu fã, sem divulgar cassino
‘Tô com diamond, com B.B. Simon, bala e gin
O baiano toma de assalto o mainstream
‘Tô contando os milhão, ‘tô bem novin’
Sem roubar meu fã, sem divulgar cassino

A letra utiliza gírias e expressões para construir seu universo de ostentação e crítica. “Kenner” é mencionada para caracterizar alguém como “não fashion”, em contraste com o estilo do eu-lírico. A expressão “pega da fonte” refere-se à obtenção de algo (provavelmente drogas) diretamente do produtor. “Minha droga, ela é branca igual Sandy” é uma comparação irônica para descrever a cor de uma substância ilícita. “Senta pro bloco de chefe” indica submissão sexual a uma figura de poder. “Um trago no verde” significa fumar maconha. “Não cola na sesh” alerta para não participar de uma reunião ou sessão, muitas vezes de uso de drogas ou de criação musical. Dizer “eu sou a ref'” significa ser a referência ou o padrão a ser seguido. A metáfora “empilhando na sessão, tanto bloco, parecendo Lego” descreve o acúmulo de dinheiro ou substâncias. “B.B. Simon” e “grills” são marcas e acessórios de luxo que representam riqueza. “Bala e gin” sugere um estilo de vida arriscado ou hedonista. “Toma de assalto o mainstream” significa conquistar rapidamente o mercado principal da música. Por fim, “na quebrada eu ‘tô big, nos prédio’ eu ‘tô big” e “o baiano é mídia” reforçam a popularidade e influência do artista tanto na comunidade quanto em um sentido mais amplo.

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Significado da Música