Descrição

A faixa nos leva a uma viagem pela mente de um artista em ascensão, que, ainda no estúdio, já sonha alto com a riqueza e uma vida de luxo em Paris. Com uma ética de trabalho implacável, ele demonstra a garra necessária para vencer no cenário musical, transitando entre o boombap e o trap. De um “ponto alto da colina”, o eu-lírico observa o impacto de suas rimas e a prosperidade de sua crew, que está “recolhendo os frutos” do esforço. A letra explora a dualidade entre a ostentação e os sacrifícios da vida no topo, buscando inspiração em ícones do rap e lidando com cobranças e a necessidade de manter a discrição. A jornada culmina na promessa de realizar o sonho de Paris e a realidade de shows internacionais, consolidando o sucesso almejado.

Parado no estúdio eu vejo
O sonho de um adolescente fluindo
Também tô contando o tempo
Ficar rico morando em Paris
Ó, o meu din-din não dorme eu muito menos
Sem criar muito problema a gente trouxe menos
Já to cansado desse doce que virou veneno
Pode ser no boombap, trap a gente tá vencendo, ó
Sabe onde eu tô?
No ponto alto da colina
Daqui tô vendo esse som
E virou passa palestina
213 é o vale só tem conteúdo
Eu vi as rima mais pesada fazendo barulho
Também perdi as namorada e que se foda tudo
E o meu bonde tá na pista recolhendo os fruto
Eu tenho todo investimento aqui na pochete
50 conto com desconto no motel mais chefe
Já virou meu papo pronto e eu cansei de mec
Hoje eu acordei com sono com a fé no 2Pac

 

Sabe me cobrar
Mas hoje não vai dar
Tem que acertar
Quase quer brigar
Eu vou te buscar
Você vai falar, eu não vou gostar
Nem vou explanar, salve vai moiar
Nem vem procurar
Nem vem procurar

 

Ela gosta da luz apagada
E eu digo que prefiro acesa
Ela bebe na taça mais cara
E eu só bebo cerveja
Eu sou bem da madrugada
Ela prefere minha casa, certeza
Hoje minha (?) tá gata
Tem um show em Miami, Veneza

 

Cê gosta de Paris também
Te levo pra Paris também
Cê gosta de Paris também
Te levo pra Paris também
Cê gosta de Paris também
Te levo pra Paris também
Cê gosta de Paris também
Te levo pra Paris também
Também
Também
Também
Te levo pra Paris também
Cê gosta de Paris também
Cê gosta de Paris também
Também
Também

A faixa utiliza termos como “boombap” e “trap”, que se referem a subgêneros do rap, demonstrando a versatilidade do som. “213” é uma referência ao código de área de Los Angeles, um berço cultural do hip-hop, e o “vale” pode complementar essa alusão a uma cena específica. “Bonde” designa o grupo de amigos ou a equipe que acompanha o protagonista. A “pochete” aqui simboliza onde se guarda dinheiro ou investimentos, enquanto “chefe” é um adjetivo para algo de alta qualidade ou superior. “Papo pronto” e “cansei de mec” expressam o cansaço de conversas triviais ou de situações fáceis e previsíveis. A “fé no 2Pac” é uma homenagem e inspiração no lendário rapper Tupac Shakur. Por fim, “explanar” significa revelar ou expor algo, e “moiar” descreve quando uma situação ou um “salve” (no sentido de respeito ou cumprimento) pode se complicar ou dar errado.

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