Descrição

A faixa é um verdadeiro manifesto de superação, contando a história de quem saiu do corre e do crime para conquistar o topo com a música. Com um flow afiado e uma batida que impulsiona, a letra bate de frente com preconceitos, mostrando que talento e persistência abrem portas para qualquer um, independentemente de sua origem. É um recado direto para os que duvidaram, afirmando a capacidade de transformar a realidade da quebrada em inspiração e orgulho. O som celebra a ascensão, a riqueza alcançada legitimamente e a lealdade às raízes, mostrando que é possível redefinir o sucesso e ser referência, deixando um legado para a comunidade.

Iligrum, yeah
Iligrum, yeah
Iligrum, yeah
Iligrum, yeah
Iligrum, yeah
Iligrum, yeah
Iligrum, iligrum, iligrum

 

E eu vim lá do fontális, onde o crime é de verdade
Só menor na atividade controlando o arsenal
Vim jogar na sua cara de que eu sou a prova viva
De que preto e dinheiro não são palavras rival
E fala tudo que cê quer, mas guenta
Até os seus amigos me chama de referência
Hoje o Dfideliz tá até virando rei
Quero ver no mano a mano se um de vocês peita

 

Vão ter que aceitar mais um preto ficando rico
Cês quer fazer trap, antes vem falar comigo
Então bato no peito e me garanto nessa porra
Tô fazendo esses bandido virar só mais um menino
Nunca me garanto falando de facção
Quebro muito pela só cá porra de um refrão
Lá na minha quebrada os menor tem tudo 8 ano
Tá de rádio, de mochila e na cintura um oitão
Vejo vagabundo hoje querendo ser chefe
Minhas orações é pelas alma dos moleque
Vou fazer dinheiro pra nós nunca passar fome
Vou fazer que a minha favela sinta orgulho do Fideliz
Tomei tapa na cara, só que se pega por nada
Perguntaram se era cor eles quiseram passar pano
Disseram que na favela é lugar de preto pobre
Agora que eu tô mais forte vou tomar o lugar dos branco

 

Nunca vi peita bandido
Essa porra me deixou rico
Tô vendendo só de quilo
Vou logo abrir um cassino
Só puta da bunda grande
Glock de pentão e blunt
No escritório é só de quilo
É, negócios me deixam grande

 

Olha minha cor, olha sua cor
Vê quem que tá certo ganhar dinheiro com rap
Os cara se ilude achando que pagar feat
Vai deixar eles mais rico porque é fácil fazer trap
Só que tem eu, ô, seu arrombado
Deve ser difícil ter eu como inimigo
Os filha da puta que não pega eu no rap
Se lamentam porque eu não continuei sendo bandido
Eu fiz essa letra pra mostrar quem eu sou
E tá parecendo que eu tô revoltado
Pra acordar sabendo que eu tô na favela
E quem protege ela tá lá tudo trancado
E eu faço meu dinheiro e a corrente no meu peito
Tá valendo muito mais que cê tentou fazer no crime
Tô fazendo show lotado e seu próprio aliado
Me falou que sua fama de bandido nem existe

 

Nunca vi peitar bandido
Essa porra me deixou rico
Tô vendendo só de quilo
Vou logo abrir um cassino
Só puta da bunda grande
Glock de pentão e blunt
No escritório só de quilo
É, negócios me deixam grande (pow, pow)

A música é rica em termos do universo urbano e do trap: “menor na atividade” descreve jovens envolvidos em atividades ilícitas; “arsenal” se refere a armamentos; “peita” significa confrontar ou desafiar alguém; “oitão” é a gíria para um revólver calibre .38; “passar pano” indica acobertar ou minimizar uma falha; “pagar feat” é pagar pela participação de outro artista em uma música; “arrombado” é um xingamento informal; “pentão” designa um carregador de arma estendido; e “blunt” é um cigarro de maconha feito com folha de tabaco. A expressão “só de quilo”, no contexto da faixa, sugere vendas em grande volume ou lucros expressivos, denotando sucesso e escala.

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