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Emoções (Versão Suja) (part. Orochi)

Filipe Ret
Albúm:
  • Nume (EPILOGO)

DMCA – Direitos autorais

Descrição

A faixa mergulha fundo na complexidade da vida no corre, pintando um retrato cheio de contrastes. O eu lírico navega entre desejos profundos e prazeres que parecem vazios, questionando se sua caminhada é sorte ou fardo. Há uma clara dualidade entre a autenticidade e a superficialidade do mundo, onde “mulheres de plástico” e um ambiente “falso” são confrontados pela sua própria essência verdadeira. A música celebra a superação, o valor da prata da casa que se torna ouro, e a resiliência de quem veio de baixo, enfrentando o “olho gordo”. Entre maços de dinheiro e noites de excessos, o artista reflete sobre sua trajetória, a importância da família e a luta para manter a calma diante do peso da vida. É um hino de sobrevivência e autoafirmação, mesclando hedonismo com uma crítica social afiada sobre a perda de valores.

Profundos desejos
Prazeres superficiais
Será, que essa é minha sorte, ou é meu fardo?
Vejo em câmera lenta, essa droga me traz paz
A onda é doce, mas eu sinto um gosto amargo
Emoções reais com mulheres de plástico
Daqui vejo mansões e uns bico pro alto
Verdadeiro demais pra esse mundo falso
Vivendo tipo, comemorando um assalto

 

Sou o relíquia que traz o novo
Prata da casa nós vale ouro
Dono das rima que te libertou
A mira laser dos olho gordo

 

Mais um nascer do Sol, de novo
Tirando os paco do elástico
Mais uma noite, mais um gole
Vou ter que dar mais um trago
Mergulho nessa buceta rosa eu tô viciado
Jogo sujo, tive que ser ruim pra manter o reinado
Levo minha doutrina pra onde for
Cantando mais alto que esse motor
Ela pediu pra botar sem amor
Pente cheio, axé no tambor
Elevo a fé, me chamam de pastor
Baby, esquece o passado e vive o agora
Tira essa roupa e fecha a porta
Nós tem um futuro, mas tem história
De frente pro mar porque hoje nós marola
Várias derrota, mas nós tá vivendo

 

Emoções reais com mulheres de plástico
Daqui vejo mansões e os bico pro alto
Verdadeiro demais pra esse mundo falso
Vivendo tipo comemorando um assalto

 

Sou o relíquia que traz o novo
Prata da casa nós vale ouro
Dono das rima que te libertou
A mira laser dos olho gordo

 

Mais um nascer do Sol, eu assisto daqui
Esse mundo falso, triste
O amor perdeu pro status
Ser real se tornou estranho

 

Baby, eu tenho que manter, a calma
Mesmo com o peso sob mim
Tenho, mais motivos pra sorrir e agradecer
Do que pra chorar e desistir

 

Já dizia Tupac
Eles tem grana pra financiar essa guerra, mas não tem pra acabar com a fome
Cheguei aonde cheguei
Sem pedir ajuda de ninguém
Sabe o que é underground?
Ter que sair de manhã sabendo que a família depende de você mais tarde

 

E superando cada dificuldade
Com 12 anos eu saí de casa
Só pra ver se o sonho vira realidade
Pra ver se Deus era mesmo de verdade
Ingratidão é o pior veneno
Eu faço as rima que te libertou
E você quer falar que essa porra é genérico
Na verdade, acho que tu é histérico

 

De plástico
Daqui vejo mansões e uns bico pro alto
Verdadeiro demais pra esse mundo falso
Vivendo tipo, comemorando um assalto

 

Sou o relíquia que traz o novo
Prata da casa nós vale ouro
Dono das rima que te libertou
A mira laser dos olho gordo
Mais um nascer do Sol

As gírias e expressões na faixa pintam um cenário vívido. “Bico pro alto” denota ostentação, exibição de poder ou até arrogância. “Comemorando um assalto” simboliza a celebração de uma grande vitória ou conquista, muitas vezes após um percurso difícil ou arriscado. Ser “relíquia” significa ser valioso e original, enquanto “prata da casa” se refere a um talento local que se destacou. “Olho gordo” é a inveja direcionada ao sucesso alheio. “Tirando os paco do elástico” descreve a ação de manusear maços de dinheiro. “Dar mais um trago” é puxar uma dose de algo. “Jogo sujo” representa a necessidade de usar estratégias não convencionais para manter o “reinado”, ou seja, a posição de poder. “Pente cheio” e “axé no tambor” são metáforas ligadas a armas, indicando prontidão e uma busca por sorte ou proteção. Por fim, “marola” significa relaxar e curtir a vida de forma leve e descontraída.

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