Jamais Serão (part. Start)

Descrição

A faixa desenha um panorama de resiliência e ambição, partindo de um contexto desafiador para conquistar seu espaço. O eu-lírico sublinha a necessidade de suar a camisa e confiar em si mesmo, renegando a sorte e a ideia de atalhos fáceis. Acompanha isso uma celebração vibrante da vida e da amizade, com cenas de lazer, “suquinho de framboesa” e a união com a galera, afastando as incertezas. A letra pulsa com a certeza de seu poder de inovação e influência na cena musical, imaginando um futuro onde sua voz não apenas ecoa, mas ilumina, como um “Nostradamus”. É um hino à superação, à lealdade e à capacidade da arte de eternizar emoções e mensagens, consolidando a força do coletivo em um “cartel” de peso, pronto para qualquer combate sem empate.

Cê quer uma dica?
Não aposta se eu tiver na mesa
A sorte é vaga, a vida é uma caixa de surpresa
É que meu bairro cobra se eu fico na defesa
Então, mãos a obra, pra frente com a empresa
Eu vou sempre atrás do meu, porque o azar é mundano
Se eu tô atrás do meu sonho, não tem mudança de plano
Marujo, sei me virar muito bem nesse jogo sujo
Caí e me levantei, não me entreguei seus dito cujos
Agora eu tô com o TTK, suquinho de framboesa
A mais linda do meu lar e eu levo a vida na pureza
Os amigos vão chegar, pra afastar as incertezas
Com aquele pra torrar, la fruta na holandesa
Eu tô num start distante, um litro de cachaça
E uma caixa de blunt
Embrasar, brasa, chapar, chapar
Eu tô na paz de Gandhi

 

Eu me eternizo em cada som
A emoção tem razão
Os que querem ter
Jamais serão
Eu me eternizo em cada som
A emoção tem mais razão
Os que querem ter
Jamais serão

 

Nós não somos iluminados, nós iluminamos
Cantando o futuro, igual Nostradamus
A altinha fluiu, o Sol brilha no brejo
Numa margem, dessa guerra de ego
Os muleques são foda, aqui não tem macete
Sente o flow que dá nó a um milhão por hora
Embarque, meu presente é meu auge, eu tô melhor agora
Desce um drink que eu já não caibo em mim
Aperto um finin, porque que a gente é assim
Seguro, headshot, sente a vingança
Sain, Ret e Shock, mantendo a distância neguim
O inimigo balança, não aguenta
Guerreiro não descança, o TTK nemá
Minha interessância está além da sua curiosidade

 

Eu me eternizo em cada som
A emoção tem mais razão
Os que querem ter
Jamais serão
Eu me eternizo em cada som
A emoção tem mais razão
Os que querem ter
Jamais serão

 

Aí caíram do Catete pra Pilares
Mas antes, passar no Graja, ali nos meus familiares
Só tô no aguarde do meu parelha de T. Ré
Ele pegou 298, e ainda tá no jacaré
Dentro da toca é só maluco
Curtindo um quasimoto
E eu descendo voadão com o Mãolee de copiloto
Eu confiei e segui suas coordenadas
Até que eu brotei numa margem modificada
E lá quando tu aperta start, é uma arte
Prova para os adversários que tá pronto pro combate
Sem empate, eu tenho um arremate, boto o shadow de frente
Reforço o meu cartel com os MC’s competentes
Diz que tu não sente, frio na barriga
Quando simplesmente, não tem mais saída
Pra mim, missão dada é missão cumprida
Se a responsa tá no porte, ela não vai ser transferida
Jamais

 

Eu me eternizo em cada som
A emoção tem mais razão
Os que querem ter
Jamais serão
Eu me eternizo em cada som
A emoção tem mais razão
Os que querem ter
Jamais serão

No contexto, “marujo” refere-se a alguém experiente e astuto em um ambiente difícil ou competitivo; “dito cujos” é uma expressão genérica e pejorativa para se referir a adversários. “TTK” é provavelmente uma gíria da cena para um grupo, crew ou uma característica marcante de resiliência. As expressões “pra torrar”, “la fruta na holandesa”, “blunt”, “embrasar, brasa, chapar” descrevem o ato de consumir maconha e ficar sob seu efeito. “Altinha fluiu” e “o Sol brilha no brejo” são metáforas para as coisas dando certo mesmo em cenários desafiadores. “Macete” significa atalho ou facilidade. “Flow que dá nó a um milhão por hora” descreve um estilo de rap com ritmo e rimas complexas e rápidas. “Finin” é um cigarro de maconha pequeno. “Headshot”, termo de jogos, é usado metaforicamente para uma ação decisiva. “Sain, Ret e Shock” são referências a artistas populares do rap/trap. “Catete pra Pilares” e “Graja” são bairros do Rio de Janeiro, indicando locais de origem ou passagem. “Parelha de T. Ré” com “298” e “jacaré” se refere a um amigo chegando de moto. “Quasimoto” é uma referência ao rapper americano, indicando o tipo de som. “Mãolee de copiloto” aponta para o produtor Mãolee como parceiro criativo. “Brotei numa margem modificada” significa ter alcançado um novo patamar ou ambiente. “Boto o shadow de frente” sugere confrontar desafios diretamente, e “cartel” no contexto musical refere-se a um grupo poderoso de artistas.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música