VLONE (part. Igu)

Descrição

A faixa mergulha de cabeça no universo do luxo e ostentação, com um personagem que exibe sua riqueza sem pudor. Entre garrafas de Chandon e Dom Pérignon, viagens a Londres e grifes como Prada e Vlone, a letra pinta um quadro de sucesso material e poder. A confiança é palpável, seja na forma como ele lida com mulheres, as comparações com chefões do crime ou a maneira como ele esbanja dinheiro. Há também uma pitada de alerta, com menções a armas e um time de “mandrakes”, mostrando que por trás do glamour há uma postura de respeito e, se necessário, de defesa do seu império. É um hino à ascensão, ao prazer e à manutenção de um status invejável, onde a vida é boa, o dinheiro flui e o controle é total.

É muito bom
Faço o talão
Ayy, mina eu tô on
Pego uma Prada e um Vlone
Yeah, disse não
Nunca pega no Vlone
Yeah, de Chandon
Molha ela com Chandon
É muito bom
Faço o talão
Ayy, mina eu tô on
Pego uma Prada e um Vlone
Yeah, disse não
Nunca pega no Vlone
Yeah, de Chandon
Molha ela com Chandon

 

É muito bom (É muito bom)
Tá de Vlone
Jogo esse dólar no chão
Já tô gastando em Londres
Ayy, pisa no boot meu não
Pisa no boot meu não
Ela me chama de louco
Só porque boto de novo
Mano eu tô bem
Ela tá bem
Isso é meu din, yeah
Olha minha Benz
Ela também
Isso é og, yeah
Ela tá passano mal
Porque ela viu esse swag
Ela tá passano mal
Minha pica vira médico

 

É muito bom
Faço o talão
Ayy, mina eu tô on
Pego uma Prada e um Vlone
Yeah, disse não
Nunca pega no Vlone
Yeah, de Chandon
Molha ela com Chandon
É muito bom
Faço o talão
Ayy, mina eu tô on
Pego uma Prada e um Vlone
Yeah, disse não
Nunca pega no Vlone
Yeah, de Chandon
Molha ela com Chandon

 

Tô de Vlone, verde neon
Cor do Akon, dourado combina com tom
Perignon, enjoamo de Chandon
Bucetão como igual filet mignon
Fumo do bom, na Babylon
Pago meu plug, mas nunca pago pela hoe
Corleone, nesse filme eu sou vilão
Bitch, não, eu não temo solidão
Papo de visão de toda essa divisão
Me diz qual minha parte e tá bom
Enquanto eu seguro o refrão
Sobe o balão, cor e gosto de limão
Tem Nike pra pisar no chão e costura de alto padrão
Cê cuidado onde pisa, se não
Minha Draco fura moletom
Tem mandrake no meu esquadrão
Domingão, boldo e jogo do Timão
Eu tô on, tranquilão, tá tudo bom

 

É muito bom
Faço o talão
Ayy, mina eu tô on
Pego uma Prada e um Vlone
Yeah, disse não
Nunca pega no Vlone
Yeah, de Chandon
Molha ela com Chandon
É muito bom
Faço o talão
Ayy, mina eu tô on
Pego uma Prada e um Vlone
Yeah, disse não
Nunca pega no Vlone
Yeah, de Chandon
Molha ela com Chandon

A letra é repleta de gírias e referências culturais que pintam um retrato vívido do universo do trap, com “faço o talão” indicando a habilidade de gerar muito dinheiro e “tô on” expressando estar no auge ou pronto para a ação. Marcas como “Vlone” e o luxo de “Chandon” e “Perignon” são símbolos de status, enquanto “boot” se refere a tênis caros. Termos como “din”, “Benz” e “swag” reforçam essa imagem de riqueza e estilo. A figura do “Corleone” evoca poder e uma aura de chefe; “plug” e “hoe” detalham transações e relações de rua. “Babylon” pode ser um aceno à cultura rastafári, e “balão” e “boldo” sinalizam o consumo de drogas recreativas. A “Draco” introduz um elemento de perigo, e “mandrake” descreve um jovem com estilo marcante da periferia que compõe o “esquadrão” do protagonista, fechando o ciclo com a paixão pelo futebol, representada pelo “Timão”.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música