Descrição

A faixa mergulha fundo na ostentação e na vivência de um personagem que transita entre a rua e o luxo. Com uma autoconfiança inabalável, a letra desenha um cenário onde a prosperidade financeira (“preto rico, nunca liso”) é um símbolo de poder e reconhecimento. Há um claro destaque para a atração que o protagonista exerce sobre as mulheres, descrevendo interações sedutoras e o fascínio que sua presença provoca. Paralelamente, a canção reforça sua credibilidade nas ruas, sua resiliência e a capacidade de superar obstáculos, mantendo sempre a cabeça erguida. Entre carros importados e champanhes caros, a narrativa é um hino à vitória pessoal e à conquista de um status invejável, desdenhando de rivais e celebrando a liberdade de viver intensamente.

Aham
Um quebrada inteligente? Não, não
Dois quebrada inteligente
Aham, aham
Let’s go

Tô conversando com uma bebê
Uma bebê não, uma bebezinha
Se pá, fazia até ginástica
Se pá, dá mortal e cai na pica
Olha pro bonde e não para
Esfrega a bunda na rapaziada (É o quê?)
Olha pra essas mina
Tá tudo querendo ir pra minha casa
O que temos dentro da bag?
Uma Glock, pente estendido
O que essa vadia tá querendo
Botando a mão, tirando o meu cinto? (Ahn, ahn)
Tipo um médico, tô aplicando o remédio pra talarico

Preto rico, ahn, nunca liso
O vulgo que sai da boca
Entre todas tá conhecido
Seja balada, seja na rave
No nosso bonde, ninguém tá liso
Preto rico, nunca liso
O vulgo que sai da boca
Entre todas tá conhecido
Preto rico, nunca liso
O vulgo que sai da boca
Entre todas tá conhecido
Preto rico, nunca liso (Aham, aham)
O vulgo que sai da boca
Entre todas tá conhecido (Oh o Djonga aí)

‘Cês fala igual papagaio, mas corre igual papa-léguas
Fazer o que se sua ex ainda me liga?
Tipo cavalo, dei um trato nessa égua
Nas ruas, venci a morte
Por isso chamam de vida
Sempre que vê a cara dos cria, pede trégua
Nunca peido, criado por mulher de fibra
Não abaixo a cabeça nem pra olhar o sapato
O mais real, conto dólar, euro e libra
Nojento, Cartier no pulso e eu nem olho a hora
Porque nós tem todo o tempo do mundo pra andar de Mercedes do ano
E mostrar que nós tá podendo
E ela mandou no WhatsApp pra outra, amigo: “Cê tá perdendo”
Tipo assim, oh
Qual o segredo desses caras que liga pra nada?
Bebe Dom Pérignon como se fosse água
É da boca, mete bala
Só sei que quando nós passa, todas as meninas fala
É da boca, mete bala
Só sei que quando nós passa, todas as meninas fala

Preto rico, nunca liso
Preto rico, nunca liso
O vulgo que sai da boca
Entre todas tá conhecido
Preto rico, nunca liso
Preto rico, nunca liso
O vulgo que sai da boca
Entre todas tá conhecido

A letra é recheada de gírias e expressões do universo trap e da cultura de rua. ‘Quebrada’ designa a comunidade ou bairro de origem, conotando autenticidade. ‘Bonde’ refere-se ao grupo de amigos, e ‘pente estendido’ é um carregador de arma de maior capacidade. ‘Talarico’ é quem se envolve com a(o) parceira(o) alheia(o). A expressão ‘Preto rico, nunca liso’ celebra a ascensão financeira, sendo ‘liso’ o termo para estar sem dinheiro. ‘Vulgo’ é o apelido de rua. A crítica ‘fala igual papagaio, mas corre igual papa-léguas’ aponta para rivais que falam muito, mas agem pouco. ‘Dar um trato nessa égua’ é uma gíria sexual, e ‘cria’ identifica um companheiro da mesma localidade. ‘Nunca peido’ simboliza coragem, e ‘mulher de fibra’ elogia a força feminina. ‘É da boca, mete bala’ indica a origem nas ruas e uma atitude intensa, enquanto ‘Glock’, ‘Cartier’ e ‘Dom Pérignon’ são termos que simbolizam luxo e ostentação.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música