Descrição

A faixa nos convida a uma viagem introspectiva, onde o eu-lírico pondera sobre seu caminho e as escolhas que o moldaram. Com uma perspectiva de quem amadureceu, ele reflete sobre as “inconsequências” do passado, mas sem arrependimentos, mantendo a chama da rebeldia acesa e a recusa em se conformar. A canção celebra a individualidade e a coragem de ser “fora da curva”, destacando a resiliência forjada em cada dificuldade e a ambição de conquistar seus objetivos. Apesar da pose de destemor, o artista compartilha medos profundos, como a perda de um filho ou a traição, revelando uma vulnerabilidade tocante. É uma mensagem de que, apesar dos medos, o controle do próprio destino está nas suas mãos, e o coração continua pulsando com força.

 

Medo de quase nada
Hoje eu, um homem formado
Olho pra trás e vejo toda inconsequência do passado, mas
Me arrependo de quase nada
Somos tão jovens pra ficar calados dentro dessa caixa

Medo de quase nada
Hoje eu, um homem formado
Olho pra trás e vejo toda inconsequência do passado, mas
Me arrependo de quase nada
Somos tão jovens pra ficar calados dentro dessa caixa

Sempre fora da curva, pensando fora da caixa
Um fora da lei que acha que pode mudar o mundo
Só por se entregar de alma
Pare só por um segundo e pense em tudo que te atrasa
Pense nos prazeres dessa vida adulta e a hora de voltar pra casa

Eu, tô sentado na sala pensando no próximo passo
Eu, completo minha taça, ela joga na cara logo me distraio
Tô juntando uma grana pra comprar meu primeiro carro
Eu, preciso ver a Lua um filho da rua nego eu sou o próprio pecado

Medo de quase nada
Hoje eu, um homem formado
Olho pra trás e vejo toda inconsequência do passado, mas
Me arrependo de quase nada
Somos tão jovens pra ficar calados dentro dessa caixa

Eu tô vivendo um sonho, preciso me agradecer pela coragem
Graças a cada perrengue, cada momento de dificuldade
Eu me lembro tão bem de todos os processos de todas as fases
De todas as dores, todos amores e oportunidades

Medo de quase nada, apenas de perder meu filho
De me perder pelo caminho e não saber voltar pra casa
De não saber fechar o ciclo e confiar em gente falsa
Eu sinto medo do destino, porque eu sou eu que escrevo as cartas

Yeh, medo de quase nada
Hoje eu, um homem formado
Olho pra trás e vejo toda inconsequência do passado, mas
Me arrependo de quase nada
Somos tão jovens pra ficar calados dentro dessa caixa

Medo de quase nada
Hoje eu, um homem formado
Olho pra trás e vejo toda inconsequência do passado, mas
Me arrependo de quase nada
Somos tão jovens pra ficar calados dentro dessa caixa

Medo de quase nada
Medo de quase nada
Medo de quase nada
Medo de quase nada

Medo de quase nada (medo de quase nada)
Medo de quase nada
Medo de quase nada, yeh

Eu ainda tenho coração!

Na letra, encontramos algumas expressões que enriquecem o universo da faixa: “perrengue” refere-se a uma situação difícil ou um aperto financeiro; “nego” é uma forma informal e comum de se dirigir a alguém, similar a “cara” ou “irmão” no contexto do trap brasileiro; e “filho da rua” denota alguém que cresceu nas adversidades urbanas, desenvolvendo resiliência e malandragem, com uma profunda conexão com suas origens e a realidade das ruas.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música