Descrição

A faixa mergulha fundo na vida noturna e nos excessos de um personagem que transita entre o hedonismo e uma certa melancolia. A letra escancara o uso de diversas substâncias, como Xanax, Zolpidem e codeína, não só para aliviar a mente, mas também como um estilo de vida explícito e desinibido. Entre festas regadas a drogas, mulheres (“puta europeia”) e demonstrações de poder (“soco inglês”), o protagonista se vangloria de sua estética única e da inveja alheia, enquanto lida com os efeitos colaterais de tantos comprimidos. Há um certo desprezo por quem tenta copiar seu estilo e uma busca incessante por liberdade e satisfação imediata, mesmo que beirando o perigo e o entorpecimento total. É um retrato cru de uma rotina acelerada e transgressora.

Usando xanax
Pra minha mente ficar leve
Querem saber o que tem dentro do meu copo?
Pega e bebe, porra

 

Vê se esses remédios te servem
Eu vendo os comprimidos só porque eles querem
Fudendo uma puta europeia
Mano, tipo Delphine Belle (porra!)
Ela sabe que é o giela, ela já me segue

 

Essa puta do mau
Quer que eu mencione nos stories
Ela quer maconha
Ela quer também meu pod

 

Vadia, vê se não, não me fode
Eu tô com mano, eu tô com mano
E esse remédio é forte

 

E eu já tô louco
Sei que eles copiam, e não é pouco
A minha estética é diferente
Eu sei que eu tenho um olhar morto

 

Tão olhando torto
Soco inglês guardado no meu bolso
Ah, eu te dou soco
Tomei tantos comprimidos
Deu enjôo, porra!

 

Zolpidem com Rohypnol
Xanax talvez eu morra
Taquei tudo na codein
Pra eu ficar de boa

 

Batendo na bunda da puta que ecoa
Ando trabalhando, eu nunca tô à toa, porra

 

Tô usando xanax
Pra minha mente ficar leve
Querem saber o que tem dentro do meu copo?
Pega e bebe, porra

 

Vê se esses remédios te servem
Eu vendo os comprimidos só porque eles querem
Fudendo uma puta européia
Mano, tipo Delphine Belle (porra!)
Ela sabe que é o giela, ela já me segue

 

Essa puta do mau
Quer que eu mencione nos stories
Ela quer maconha
Ela quer também meu pod

 

Vadia, vê se não, não me fode
Eu tô com mano, eu tô com mano
E esse remédio é forte

 

E eu já tô louco
Sei que eles copiam, e não é pouco
A minha estética é diferente
Eu sei que eu tenho um olhar morto

 

Tão olhando torto
Soco inglês guardado no meu bolso
Ah, eu te dou soco
Tomei tantos comprimidos
Deu enjôo, porra!

 

Zolpidem com Rohypnol
Xanax talvez eu morra
Taquei tudo na codein
Pra eu ficar de boa

 

Batendo na bunda da puta que ecoa
Ando trabalhando, eu nunca tô à toa, porra

A letra utiliza alguns termos que ressaltam o universo da faixa. “Pod” se refere ao dispositivo de cigarro eletrônico, popularmente conhecido como vape, um item comum no consumo de nicotina e, por vezes, outras substâncias. “Soco inglês” é um acessório de metal que se encaixa nos dedos para aumentar o impacto de um soco, associado à agressividade e autodefesa em um contexto de rua. “Giela” parece ser uma referência a um nome ou apelido específico, possivelmente do próprio personagem ou de alguém reconhecido no seu círculo, sugerindo uma identidade já estabelecida no meio social. Além disso, a menção explícita de misturas de “comprimidos” como Zolpidem, Rohypnol e Xanax ilustra uma prática de abuso de substâncias para potencializar os efeitos, sendo um aspecto culturalmente relevante dentro do cenário do trap.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música