Descrição

A faixa mergulha fundo no universo do trap, esbanjando uma autoconfiança quase palpável. O eu lírico exalta sua ascensão meteórica, exibindo joias e pilhas de dinheiro, enquanto faz questão de pontuar a inveja e a falsidade alheia. Há uma constante dualidade: o luxo e as conquistas materiais versus a desconfiança em relação às pessoas, sejam elas “manos fakes” ou mulheres interessadas. A letra celebra a autenticidade e o estilo próprio, reforçando a ideia de que o sucesso veio da rua, sem depender de “empresários” ou da indústria. É uma narrativa de superação e poder, onde o protagonista se vê no topo, ignorando o passado e construindo seu próprio legado, com uma dose de hedonismo e um olhar crítico para quem ficou para trás.

(Racks, racks, racks, racks, racks)
(Racks, racks, racks, racks, racks)
Diamantes no meu pulso, eu fiz ela brilhar
Eu vou te soltar essa grana, eu fiz ela chorar
Se eu confio em você? Eu não sei, as vadia’ tão sempre okay
Do lado de fora do show, ‘tô com a gang, esses manos continuam fakes
‘Cê sabe que eu dou um jeito, eles tão roubando meu estilo, eu ‘tô vendo
Ratos sempre atrás do queijo (–sir)
Ratos sempre atrás do queijo (Yessir), ratos sempre atrás do queijo, okay
Adiós, vadia, eu só falo adiós (Yeah, ho)
Adiós, vadia, eu só falo adiós
Fetti, ho, eu ‘tô contando esse fetti, ho
Fetti, ho, eu ‘tô contando esse fetti, woah-woah-woah
Eu mudo essa merda assim
Fumando junto com essa bitch, essa maconha ‘tá fuckin’ me
Ela fala que é uma loucura, quando eu ‘tô derrubando esse Lean
Meu mano não sente pena desse mano, ele age igual bitch

Racks, racks, racks, racks, racks
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah (Yessir, yessir)
Tattoos no corpo dela, ela me mostra, ela é safada, essa baddie
Eu preciso ir embora, eu preciso fazer–
Mano, eu preciso fazer esse cash
Eu não paro, não paro, meu mano, eu ‘tô com meu bando, isso não é um teste
Eles vão achar que você ‘tá brincando, até você mostrar todo o cash
Eu ‘tô indo a loucura, let’s go, eles tão agindo igual uma ho
Eles me odeiam, isso é normal, eles vão morrer por uma ho
Eu não preciso de empresário, eles vão babar o meu ovo
Fumando dope, ‘tô ficando louco, indo tão rápido, em uma Volvo
Fuck, fuck, fuck (Yessir), fuck
Fuck (Yessir), fuck, fuck, fuck
Eu ‘tô fazendo história, eu fui embora, mano, ela chora
Mas antes você me ignorava, engraçado como tudo muda
Eu tenho fé, medito igual Buda, eu ‘tô tão alto, pisando na Lua
Mano, eu não ligo pra indústria, eu só jogo essa merda pra rua (Yessir, yessir, yessir)

A faixa está repleta de gírias e expressões da cultura trap: ‘Racks’ e ‘fetti’ referem-se a dinheiro em abundância, enquanto ‘vadia’, ‘bitch’ e ‘ho’ são termos depreciativos para mulheres, frequentemente implicando interesseiras. ‘Gang’ e ‘bando’ denotam o grupo de amigos leais, em oposição aos ‘fakes’ ou ‘ratos atrás do queijo’, que representam pessoas falsas e oportunistas. O uso de ‘Lean’ (xarope com codeína) e ‘dope’ (droga) aponta para o consumo de substâncias, e a frase ‘maconha ‘tá fuckin’ me’ intensifica essa ideia. ‘Baddie’ descreve uma mulher atraente e com estilo. ‘Babar o meu ovo’ é uma expressão vulgar para bajulação excessiva, e ‘jogar essa merda pra rua’ ilustra a atitude independente de lançar música fora dos padrões da indústria.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música