Relógio
Descrição
Relógio, de Alee, é uma celebração exuberante e implacável da riqueza e do sucesso material. A faixa mergulha na ostentação de luxuosos relógios de pulso como Rolex, Patek, Audemars, Hublot e Cartier, transformando-os em símbolos diretos de poder e conquistas financeiras. A letra exala uma confiança inabalável, quase desafiadora, ao descrever contas 'pidonas' por mais dinheiro e um estilo de vida onde o custo não é uma preocupação. Alee cria uma atmosfera de superioridade, onde o tempo, representado pelos ponteiros dos relógios caros, está sempre a favor do acúmulo de fortuna. A música transmite uma mensagem clara de domínio e um desfile descarado de bens que solidificam a posição do artista no topo, varrendo 'haters' e evidenciando a prosperidade contínua.
Letra
Olha como brilha o Rolex
Cravejando de pedra meu Patek
Minha conta é pidona e quer cash
Nego, eu já falei que eu não vendo no F
É que mano Alee faz chover (olha aê)
Às vezes eu só faço de teste
Jovem D é psicólogo, nego
Qual é a sensação de andar com Rolex?
Só bolos e bolos de cash
Audemars prateado no pulso, din' na hoe
Falsificado, meu mano, eu não uso
Uísque eu não bebo, eu degusto
Comprei essa zorra, nem liguei pro custo
É vários Rolex, porra, nem uso
Nego elegante demais
Te mostrando como que desfila de Hublot
Cem mil tá no braço do pai
E o ponteiro fala que é hora da grana chegar
O mano Dex não para jamais
Troco de relógio toda hora, igual troco de flow
Automático tem mais de um
Mano D é o bicho, joga Cartier na hoe
Bléh, nojento
Bitch me pede só pra jogar dentro (on guard)
Cê sabe, vários movimentos
Tu tá sem postura, daqui eu tô vendo
Meu copo, veneno
Não tá entendendo por que tá chovendo
Só sente esse grave batendo
Eu de longe observo sua bunda mexendo
Yeah sir, virei faxineiro, os hater tô varrendo
Puxo o berro e tu fica igual grave, tremendo
Se meu pulso pegar no Sol, fecha o olho, cara
Ela não entende nada, jogo o relógio na água
Ultimamente, eu virei pistoleiro
Arsenal de relógio, arsenal de bala (ye, bitch)
Automático, derrapo na curva, 200 na Lambo
O mano é um gênio, é um astro do trap
Eu não conto as horas, mas tiro onda mermo'
Foda-se as vadia (Fuck Twelve), meu dedo do meio
Na corrida da grana, meu nego
Desculpa aí, mas eu chego primeiro
Olha como brilha o Rolex
Cravejando de pedra meu Patek
Minha conta é pidona e quer cash
Nego, eu já falei que eu não vendo no F
É que mano Alee faz chover (olha aê)
Às vezes eu só faço de teste
Jovem D é psicólogo, nego
Qual é a sensação de andar com Rolex?
Só bolos e bolos de cash
Audemars prateado no pulso, din' na hoe
Falsificado, meu mano, eu não uso
Uísque, eu não bebo, eu degusto
Comprei essa zorra, nem liguei pro custo
É vários Rolex, porra, nem uso
Um nego elegante demais
Te mostrando como que desfila de Hublot
Cem mil tá no braço do pai
E o ponteiro fala que é hora da grana chegar
O mano Dex não para jamais
Troco de relógio toda hora, igual troco de flow
Automático tem mais de um
Mano D é o bicho, joga Cartier na hoe
Gírias
Na letra, algumas expressões se destacam: 'não vendo no F' provavelmente significa 'não vendo no fiado', indicando que o artista não faz vendas a crédito. 'Bolos de cash' refere-se a grandes pilhas de dinheiro em espécie. 'Din' na hoe' é uma forma informal e depreciativa de mencionar o ato de gastar dinheiro com mulheres. 'Berro' é uma gíria popular para arma de fogo. Por fim, 'Fuck Twelve' é uma expressão de protesto e repúdio ao policiamento, onde 'Twelve' é uma alusão a códigos ou viaturas policiais.