Descrição

A faixa nos leva para dentro de um universo onde a autoconfiança reina soberana. O eu lírico esbanja um estilo de vida sem papas na língua, alternando entre conquistas internacionais e a afirmação de sua singularidade no cenário musical, mandando um recado claro: ele está em outro patamar. Entre a ostentação de momentos de lazer sem preocupações e referências a um cotidiano regado a substâncias, a música reforça a ideia de que não há espaço para comparações. A repetição do refrão sobre fazer um “corte” em um lugar específico serve como um selo de atitude, enquanto a declaração de que “essa porra não é água” sublinha a intensidade e exclusividade de tudo o que o rodeia, entregando uma vibe de puro domínio e autenticidade.

 

Is that Tuti?

Exportando vadia gringa, ela veio de Londres
Minha shawty com a Blic, é melhor seguir a ordem
Não me compare, eu não sou nada igual esses ‘loki
Ela bolou um cone eu tô travado, não consigo andar
Tipo assim, quando eu tô rimando não sei mais respirar
Aí eu lanço um som eles ‘vai pedir até um beat igual
As vezes sem nada pra fazer, eu vou no banco dar risada

No Stanley dei um corte
Ela sabe eu tô na área
Ela tem que dar uma segurada
Essa porra não é água

No Stanley dei um corte
Ela sabe eu tô na área
Ela tem que dar uma segurada
Essa porra não é água

Exportando vadia gringa, ela veio de Londres
Minha shawty com a Blic, é melhor seguir a ordem
Não me compare, eu não sou nada igual esses ‘loki
Ela bolou um cone eu tô travado, não consigo andar
Tipo assim, quando eu tô rimando não sei mais respirar
Aí eu lanço um som eles vai pedir até um beat igual
Às vezes sem nada pra fazer, eu vou no banco dar risada

No Stanley dei um corte
Ela sabe eu tô na área
Ela tem que dar uma segurada
Essa porra não é água
No Stanley dei um corte
Ela sabe eu tô na área
Ela tem que dar uma segurada
Essa porra não é água

No Stanley dei um corte
Ela sabe eu tô na área
Ela tem que dar uma segurada
Essa porra não é água
No Stanley dei um corte
Ela sabe eu tô na área
Ela tem que dar uma segurada
Essa porra não é água

Exportando vadia gringa, ela veio de Londres
Minha shawty com a Blic, é melhor seguir a ordem
Não me compare, eu não sou nada igual esses loki

Na faixa, “vadia gringa” é um termo pejorativo usado para se referir a mulheres estrangeiras. “Shawty” é uma gíria comum no trap americano para se referir a uma mulher jovem, muitas vezes um interesse romântico. “Blic” pode ser uma abreviação de Glock, referindo-se a uma arma de fogo e, por extensão, a poder ou perigo. “Loki” é empregado para descrever pessoas tolas, rivais ou aqueles que não são levados a sério. As expressões “bolou um cone” e “travado” descrevem o ato de enrolar um cigarro de maconha em formato de cone e o estado de estar sob forte efeito da droga, respectivamente. “Dar um corte” no “Stanley” sugere uma ação decisiva, uma demarcação de território ou um movimento impactante em um local específico. Por fim, “essa porra não é água” é uma metáfora para indicar que algo é potente, puro, intenso ou de alto valor, não algo diluído ou comum.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música