Descrição

A faixa mergulha de cabeça em um universo onde a ostentação e a marginalidade se entrelaçam. A narrativa é construída em torno de um eu-lírico que exala confiança e um certo desdém pelas regras, exibindo uma rotina marcada por armas, dinheiro fácil e o consumo constante de substâncias. Há uma clara demarcação entre “nós” e “eles”, com a figura central se posicionando como dominadora e intocável, sempre pronto para confrontar rivais. A letra pinta um quadro vívido de uma vida sem freios, onde a busca por poder e prazer imediato dita as regras, e a violência é uma ferramenta para manter o controle e a reputação nas ruas. A ambição e a frieza se misturam na busca incessante por mais, com um toque de hedonismo sombrio.

Glock no meu jeans, okay
My jeans sagging everyday
Calibrei meu lean com a bae
Calibrei meu lean com a bae
Contando racks, eu ‘tô com o G
Ele só fala da hellsing, eu acho que esse mano é gay
Eu acho que minha puta é bi, bi
Ela pediu, eu botei
Eu sou teu pai, eu sei
But in my hand, eu tenho uma key
Todos esses manos são tão lames
Essa vadia eu manipulei
A bala começou a bater, vadia, eu ‘tô vendo tudo em 3–
Vadia, eu ‘tô atrás de dinheiro, ele só fala, eu caio fora
Com as cinzas do inimigo imma’ roll up, bitch, eu sou um Caipora
Vadia, eu fumo, eu não paro nunca, acho que meu pulmão vai estoura’
Se eu saco a peça, põem reza, meu bando vai tomar esse noia
Meu bando vai tomar esse bitch-ass
Eu já falei, bitch, eu sou um soulja
Balas vão acertar sua boca
Balas vão acertar sua boca
‘Cê no PC, meu twin na boca
I’m stacking bands na minha bolsa
Meu mano running, tipo Noah
Eles vão falar, but they don’t know us
Yeah, yeah
Na minha bitch, Mowalola
Pego a glock, atiro no trouxa
Eles falam muito, they don’t know us
Vadia, eu não ‘tô de touca, balas vão bem na sua boca
Kawasaki Ninja louca, ela é minha fã, ela é atiradora
Pego a glock atiro no– (Pussy ass nigga)
Chama o Tanay Sosa, Sosa
Balas, balas queimam a roupa
Sippin’, sippin’, never sober
Se você ‘tá na minha cola
Pego a blunt e roll the hotta’
Moquei no meu pau minha pistola
Eu atirei, matei um noia (Atirei, matei um noia)
Ei, vadia, bora-bora
Pego o dólar, vou embora
Guardo o cash na sacola
Furamos a merda da bolha
Larguei a vadia, fui embora
Conheço o rd’ desde menorzinho
Eles quer falar, but they don’t know us
Skrr, skrr, skrr
Skrr, skrr, skrr
Pussy ass nigga

A letra mergulha no universo do trap com termos como “lean”, uma bebida recreativa, e “racks” ou “stacking bands”, que designam grandes somas de dinheiro. “G” refere-se a um parceiro próximo, e o uso de “Hellsing” para descrever alguém como “gay” é uma provocação. “Lames” são pessoas sem atitude, enquanto “vendo tudo em 3-” descreve uma percepção alterada por drogas. “Roll up” significa enrolar um cigarro de maconha, aqui com “cinzas do inimigo”, e “Caipora” é uma figura folclórica associada a fumar. “Peça” é um eufemismo para arma de fogo, com “põem reza” indicando perigo de morte. “Noia”, “bitch-ass” e “pussy ass nigga” são termos pejorativos para viciados ou covardes, contrastando com “soulja” para um soldado das ruas. A frase “Cê no PC, meu twin na boca” opõe a inatividade online à ação nas ruas (“boca” como ponto de drogas) com um amigo (“twin”). “Mowalola” é uma referência a uma estilista de moda ousada, e “não tô de touca” significa estar atento. “Kawasaki Ninja louca” alude à velocidade, e “Tanay Sosa, Sosa” a figuras influentes no trap. “Blunt” e “roll the hotta'” são termos para preparar e fumar maconha. “Moquei” significa esconder, como uma arma, e “furamos a merda da bolha” denota superação. “Rd'” se refere a um amigo de infância das ruas, e “Skrr, skrr, skrr” é um ad-lib de agilidade.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música