Descrição

A faixa “Re-tro-boy” mergulha na mentalidade de um protagonista que celebra suas conquistas financeiras, como a possibilidade de aposentar a mãe, mas com a constante vigilância sobre o que é construído. Ele expressa uma confiança inabalável, não se intimidando diante de ameaças e mostrando que a garra supera qualquer adversidade. A letra critica aqueles que julgam sem conhecer a realidade da rua, contrastando a vida difícil na comunidade com a de quem vive de privilégios. O eu-lírico reforça a importância do mérito próprio, da autenticidade e da capacidade de se impor diante de intrigas e tentativas de descredibilização. É um hino à resiliência, à astúcia nos negócios e à proteção do legado, sempre com a consciência de que o sucesso atrai tanto admiração quanto inveja.

Re-tro-boy

 

Enverniza meu carro (Carro)
Hoje é dia de gastar aquela grana que eu fiz na semana passada (Big bag)
Tipo, se eu assinar a merda desse contrato minha mãe tá aposentada (Ah)
No momento que eu ando vivendo
Eu não posso ficar com minha guarda abaixada (Ah-ah)
Na primeira brecha que eles derem
Vou roubar a cena e vou levar pra minha casa (Uh-uh)

 

A voz de terror do assalto já tá dada
Eu não vou tremer, pode olhar bem pra minha cara (Yeah)
Um mano com porte de investimento que eu tenho sabe lidar bem com ameaça (Uh-uh)
Sério minha vida é um caos (Ah-ah)
Mas eu oro antes de tudo que eu faço
Eu tô cagando pro valor do tênis, a garra que eu tenho entrega até descalço (Descalço)
Esse maninho me vê igual modelo (Uh-uh)
Perceptível que eles me encaram
Não são todos que lutam que conseguem chegar, mas os que conseguiram lutaram
Eu não confio em ninguém
O coração do mano tá na sola do pé
Eu não tento convencer sua arrogância, um olho soberbo enxerga do que quer (Uh-uh)
O tempo corre aqui na minha quebrada (-brada)
O tempo passa e te frisa
É muito fácil falar da vida sendo boy coqueiro que vive de brisa (Brisa)
Estendendo o vulgo na minha camisa (-misa)
O mérito é meu então chega de intriga (-triga)
Querem tirar meu valor, quem não consegue fazer, descredibiliza
Meu mano faz o contorno, se você tiver na falha ele te risca
Eu tô brincando de escambo, ele na costa dos outros igual alpinista
Eu tô olhando meu extrato, lucratividade sem deixar pista
Ele quis me ver na baixa, hahaha

 

Enverniza meu carro (Carro)
Hoje é dia de gastar aquela grana que eu fiz na semana passada (Big bag)
Tipo, se eu assinar a merda desse contrato minha mãe tá aposentada (Ah)
No momento que eu ando vivendo
Eu não posso ficar com minha guarda abaixada (Ah-ah)
Na primeira brecha que eles derem vou rou-
Enverniza meu carro
Hoje é dia de gastar aquela grana que eu fiz na semana passada
Tipo, se eu assinar a merda desse contrato minha mãe tá aposentada
No momento que eu ando vivendo
Eu não posso ficar com minha guarda abaixada
Na primeira brecha que eles derem
Vou roubar a cena e vou levar pra minha casa

Na faixa, termos como ‘Big bag’ representam grandes somas de dinheiro. A expressão ‘cagando pro’ demonstra total indiferença a algo. ‘O coração do mano tá na sola do pé’ critica a deslealdade ou a inconstância de alguém. ‘Quebrada’ designa o bairro de origem do artista, um lugar de luta e raízes. ‘Boy coqueiro que vive de brisa’ satiriza jovens ricos e desconectados da realidade, que levam uma vida fácil e despreocupada. ‘Vulgo’, no contexto da rua, refere-se ao apelido ou nome artístico. O verbo ‘risca’ assume o sentido de eliminar, derrubar ou cortar quem falha. ‘Alpinista’ é usado metaforicamente para descrever quem se aproveita dos outros para subir, escalando nas costas alheias. Por fim, ‘na baixa’ significa estar em uma situação desfavorável ou de dificuldade.

PRÓXIMA MÚSICA:

Significado da Música