Descrição

A faixa mergulha fundo na mentalidade de quem busca construir um império do zero, exalando confiança e ambição. A narrativa é sobre a ascensão, onde o progresso é tão avassalador que “envelhece” quem não tem a mesma visão. Em meio ao luxo e estilo, com grifes e bebidas caras, a letra também celebra a figura feminina, destacando a sensualidade e o fascínio. Contudo, por trás do brilho, há uma consciência da realidade e dos perigos, como traições e a origem do dinheiro. A música reforça a importância da lealdade ao “bonde” e a determinação em manter o “trem” em movimento, sempre elevando o nível e se esquivando dos falsos. É um manifesto de poder, estilo e resiliência no universo do trap.

 

Construindo o meu império
Eu sei que a minha gestão te deixa velho
E nós nem começou a jogar sério
Eu sei, zero visão pra cego, okay

Armani na minha veste
Me deixa elegante, eu não ligo pro flash
Ela me hipnotiza com esse quadril de mola
Desce do jeito que a tropa adora

Oh, Paco Rabanne exala
Oh, o que o olho vê, a boca não fala
Tem que entender que o trem não para
Movimentando essas nota, eu tô sarna

Pra pegar é brabão
Pra chegar é difícil, elevo o meu nível
Muita infra e o Judas invisível (Judas)
Porque nós tem a visão legível

Só os coro pra nós viver como rei
Cheio de ouro, tu pensa que eu sou um sheik
Desce White Horse, nego, isso é de lei
Esse é o Da Coro, ela coloca no replay

Oh, Paco Rabanne exala
Oh, o que o olho vê, a boca não fala
Tem que entender que o trem não para
Movimentando essas nota, eu tô sarna

Armani na minha veste
Me deixa elegante, eu não ligo pro flash
Ela me hipnotiza com esse quadril de mola
Desce do jeito que a tropa adora

Com dinheiro sujo parece até moda
Mas nós tá vivendo essa vida agora
Ela me olha e fala, essa mente é incrível

Mano, desses falsos, nego esquivo
Até na rima tu vai ver estilo
Não preciso de nada mais que isso, não

Tz (da Coro)

Construindo o meu império
Eu sei que a minha gestão te deixa velho
E nós nem começou a jogar sério
Eu sei, zero visão pra cego, okay

Na faixa, “zero visão pra cego” ilustra a falta de entendimento ou percepção de oportunidades para quem não vê o “jogo”; “quadril de mola” descreve a movimentação sensual do quadril de uma mulher ao dançar; “tropa” se refere ao grupo, à galera ou ao círculo de amigos do artista; “o trem não para” enfatiza a continuidade e a imparável marcha do progresso ou do corre; “eu tô sarna” indica uma obsessão ou um desejo intenso, especialmente por dinheiro e sucesso; “brabão” é usado para algo difícil, desafiador ou impressionante, como a jornada até o topo; “infra” aponta para a infraestrutura ou a rede de operações; “Judas invisível” metaforiza traidores ocultos no círculo; “Só os coro” faz alusão aos “coroas”, ou seja, os que merecem a coroa, os reis ou a elite; “é de lei” significa que algo é padrão, obrigatório ou a regra estabelecida; “dinheiro sujo” se refere a valores obtidos de forma ilícita; e “esquivo” significa evitar ou desviar-se, aqui de pessoas falsas.

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