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Descrição
A faixa "NÚMERO DA SORTE", de Alee, imerge o ouvinte em um cenário de hedonismo e ostentação, elementos centrais da "trap life". A letra explora de forma explícita a sexualidade, ligando o conceito de "número da sorte" a atos e posições sexuais intensas e desinibidas. A narrativa é permeada por referências a indulgências, como o consumo de álcool e drogas, e a aquisição de bens de luxo, como um Cartier, solidificando a imagem de um estilo de vida extravagante e sem amarras. Paralelamente, Alee tece uma mensagem de resistência e autenticidade, com linhas que celebram a lealdade às "ideia do véio" e a recusa em se render a autoridades. A canção reflete uma dualidade entre a celebração do prazer irrestrito e uma melancolia sutil, sugerida pela frase "Meu lado bom nunca mais sorriu", adicionando profundidade à atmosfera de desregramento.
Letra
(Ayo)
Trap life (Uh)
Caos trap nego (Oh)
Deixa ela senta no loop' (Yeh, hey)
(Quatro) Quatro é o número da sorte dela (Uh, yeah, hey, hi, hi)
Seja bem vindo, essa porra é uma selva (Ahn, Ahn, oh oh)
Comprei um Cartier (Yeh)
Tô vendo tua bunda na lente de alguns dólar
Essa bunda fico cara
Da visão que eu vejo (Oh, Oh)
Tô pelas ruas chefe (Oh, Oh)
Tô pelas ideia do véio, nego (Yeah)
Impossível ela geme no mute (Mode)
Vai sentando em mim
Até me prender (Ayo)
Talvez eu mude (Oh, Oh)
Senta ni' mim, te gravo (Senta ni'mim)
Copão e bala, maconha ou álcool
Foder pela casa, quer num carro
Meu número da sorte é tu de quatro
Senta ni' mim, te gravo (Oh, shit)
Copão e bala, maconha ou álcool (Vam'bora)
Foder pela casa, quer num carro
Meu número da sorte é tu de quatro (Okay, ho)
Faz um tempão que tô no me'mo pique (Hã?, away)
Meu lado bom nunca mais sorriu (Yeah)
Putaria adulta, nós vive isso
Uma putaria adulta, deixa ela vim
E ela só quer os pivete' que são barril (Yeah-hey, fala sério)
Olhando bem, a tua bunda é o crime (Yeah-hey, fala sério, fala, fala)
Nunca rendi pros verme' nem pro crime
E eu fiz coisas com ela que daria' um filme
Poucos químico' fazendo droga, que chato isso (Oi)
Joga em mim, tua pussy vai alimentar meu vício
Joga em mim, uma noite louca, que sorte a minha
Deixa ela só tira essa roupa, que sorte a minha
Oh, na na na
Senta ni' mim, te gravo
Copão e bala, maconha ou álcool
Foder pela casa, quer num carro
Meu número da sorte é tu de quatro
Senta ni' mim, te gravo (Sento me'mo)
Copão e bala, maconha ou álcool
Foder pela casa, quer num carro
Meu número da sorte é tu de quatro
Senta ni' mim, te gravo (Oh, shit)
Copão e bala, maconha ou álcool (Vam'bora)
Foder pela casa, quer num carro
Meu número da sorte é tu de quatro
Gírias
A letra utiliza expressões como "copão e bala", que se refere à combinação de bebidas alcoólicas em copos grandes com o consumo de drogas sintéticas, como MDMA ou ecstasy. "Ideia do véio" denota os ensinamentos ou a sabedoria transmitida por pessoas mais velhas e experientes, frequentemente do contexto das ruas. A frase "pivete que são barril" descreve jovens com atitude forte, intensa ou de destaque, sendo "barril" uma gíria para algo notável ou impactante. "Nunca rendi pros verme'" usa "verme" como um termo pejorativo para a polícia, significando que o indivíduo não se submeteu ou cedeu a eles. Por fim, "senta no loop'" sugere um ato sexual repetitivo e contínuo, como se estivesse em um ritmo ou ciclo ininterrupto.